México busca manter escrita positiva dos anfitriões na estreia da Copa 2026
México busca manter escrita positiva dos anfitriões na Copa

A seleção do México entra em campo nesta quinta-feira para a partida de abertura da Copa do Mundo 2026 contra a África do Sul, buscando manter a escrita positiva dos países-sede em estreias de Mundiais. Desde 2006, quando a Fifa adotou o modelo no qual o anfitrião disputa o jogo de abertura, apenas uma vez o time da casa perdeu na estreia: o Catar, em 2022.

Histórico desde 2006

A tradição começou em 2006, na Alemanha, que venceu a Costa Rica por 4 a 2. Em 2010, a África do Sul empatou em 1 a 1 com o México, único empate registrado. Em 2014, o Brasil goleou a Croácia por 3 a 1. Em 2018, a Rússia venceu a Arábia Saudita por 5 a 0. A exceção foi o Catar em 2022, que perdeu para o Equador por 0 a 2.

Desafio do México

O México, que já foi anfitrião em 1970 e 1986, busca repetir o bom desempenho. Naqueles anos, o time venceu a União Soviética (1970) e a Bélgica (1986) na estreia, embora o jogo de abertura não fosse necessariamente do anfitrião. Agora, com a regra atual, a equipe mexicana quer manter a invencibilidade dos donos da casa.

Banner largo do Pickt — app de listas de compras colaborativas para Telegram

O duelo contra a África do Sul promete ser equilibrado. Em 2010, as duas equipes se enfrentaram justamente na abertura, com empate. Agora, o México espera fazer valer o fator casa e começar com o pé direito.

Impacto da tradição

A estatística mostra que ser anfitrião na estreia é vantajoso. Das cinco edições desde 2006, os anfitriões venceram três vezes, empataram uma e perderam apenas uma. O Catar foi a exceção, mas o México confia em sua força para evitar surpresas.

A partida será no Estádio Azteca, palco de grandes momentos do futebol mexicano. A torcida promete lotar o estádio e empurrar a seleção rumo à vitória.

Banner pós-artigo do Pickt — app de listas de compras colaborativas com ilustração familiar