A discussão sobre quem é o maior jogador de futebol de todos os tempos, se Pelé ou Lionel Messi, é um tema recorrente e apaixonante. Em artigo recente, o jornalista Carlos Eduardo Mansur, do Globo Esporte, defende que supor que Messi possa ter sido o que de mais fenomenal o futebol já produziu não reduz um pingo do valor dos feitos de Pelé.
O futebol como campo de interpretações
Mansur argumenta que o futebol, livre de dogmas, permite múltiplas interpretações e debates, essenciais para sua paixão. A comparação entre Messi e Pelé, embora inconclusiva, é válida e enriquecedora, respeitando a evolução do esporte e a diversidade de experiências dos torcedores.
O artigo, intitulado “A voz do herege”, é exclusivo para assinantes e foi publicado em 21 de julho de 2026. Nele, Mansur ressalta que a grandeza de um não diminui a do outro. “Supor que Messi possa ter sido o que de mais fenomenal o futebol já produziu não reduz um pingo de valor dos feitos de Pelé”, escreve o colunista.
Contexto da comparação
A comparação ganhou novo fôlego após a conquista da Copa do Mundo de 2022 pela Argentina, com Messi como protagonista. Pelé, tricampeão mundial (1958, 1962 e 1970), é frequentemente citado como o maior, mas a performance de Messi em clubes e seleções, incluindo sete Bolas de Ouro, alimenta o debate.
Mansur destaca que o futebol é um esporte em constante evolução, e que cada geração tem seus ídolos. “Não há uma verdade absoluta, e é justamente essa pluralidade que torna o futebol tão rico”, afirma o jornalista.
Reações e impacto
O artigo gerou discussões nas redes sociais, com torcedores divididos entre os dois craques. Especialistas apontam que a comparação é inevitável, mas deve ser feita com respeito à história e ao contexto de cada época. Segundo Mansur, “o importante é celebrar o talento de ambos, sem a necessidade de um ranking definitivo”.
A coluna reforça que a paixão pelo futebol se alimenta desses debates, que aproximam gerações e mantêm viva a memória dos grandes jogadores.



