Mãe de Deschamps morre; auxiliar assume França na última rodada
Mãe de Deschamps morre; auxiliar assume França na última rodada

O técnico da seleção francesa, Didier Deschamps, não estará à beira do campo na última rodada da fase de grupos da Copa do Mundo de 2026. O treinador deixou a concentração da equipe após o falecimento de sua mãe, e o auxiliar Guy Stéphan assumirá o comando na partida contra a Noruega, que definirá a liderança do Grupo I.

Ausência por luto familiar

De acordo com a Federação Francesa de Futebol (FFF), Deschamps retornou à França para acompanhar o funeral e prestar as últimas homenagens à mãe. A notícia foi comunicada ao elenco na manhã desta terça-feira, 23 de junho de 2026. A FFF emitiu uma nota oficial expressando solidariedade ao técnico e sua família.

“Didier Deschamps é um homem de família e, neste momento difícil, a federação oferece todo o apoio necessário. A prioridade é que ele possa se despedir de sua mãe com dignidade”, afirmou o presidente da FFF, Philippe Diallo, em comunicado.

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Guy Stéphan assume o comando

O auxiliar Guy Stéphan, que já substituiu Deschamps em outras ocasiões, será o responsável por conduzir a equipe no confronto contra a Noruega, marcado para o dia 25 de junho, no Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro. A França já está classificada para as oitavas de final, mas precisa de ao menos um empate para garantir a primeira colocação do grupo.

“Estamos todos tristes com a notícia, mas o foco é fazer um grande jogo em homenagem ao nosso treinador. Vamos dar o máximo para vencer e dedicar a vitória a ele e sua família”, declarou Stéphan em entrevista coletiva.

Classificação antecipada e próximo desafio

A França venceu as duas primeiras partidas do Grupo I, contra Catar e Senegal, somando 6 pontos. A Noruega, com 4 pontos, está na segunda colocação e também pode se classificar, dependendo do resultado do outro jogo da chave entre Catar e Senegal. A partida contra a Noruega é decisiva para a definição do adversário nas oitavas de final.

Deschamps, de 57 anos, é o técnico mais vitorioso da história da seleção francesa, tendo conquistado a Copa do Mundo de 2018 e a Liga das Nações de 2021. Sua ausência, ainda que por motivo de força maior, é um desafio adicional para a equipe, que busca o bicampeonato mundial.

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