A edição mais longa da história das Copas do Mundo, realizada em 2023, proporcionou entretenimento muito além do futebol. Personagens inusitados, tendências de moda e momentos virais nas redes sociais marcaram presença, com destaque para Keyne, irmão de Lamine Yamal, e o pato Mérlin, que conquistaram as arquibancadas.
Keyne e o pato Mérlin: os novos fenômenos das arquibancadas
Keyne, irmão do jovem astro Lamine Yamal, tornou-se um dos rostos mais comentados da competição. Suas reações espontâneas e danças nos estádios foram amplamente compartilhadas, gerando memes e engajamento. Outro personagem que roubou a cena foi o pato Mérlin, mascote não oficial que apareceu em diversos jogos, arrancando sorrisos dos torcedores.
Selesposas: Antonela Roccuzzo e Inés García brilham nas arquibancadas
As companheiras dos jogadores, conhecidas como "selesposas", também foram protagonistas. Antonela Roccuzzo, esposa de Lionel Messi, e Inés García, mulher de Sergio Ramos, foram frequentemente flagradas pelas câmeras, gerando debates sobre estilo e comportamento. A presença delas reforçou o interesse do público pela vida pessoal dos atletas.
Looks polêmicos e tendências de moda
O guarda-roupa dos torcedores e celebridades não passou despercebido. Chinelos de dedo combinados com trajes formais e bolsas transparentes viraram febre, com influenciadores e fãs adotando o estilo. A moda de rua nos estádios refletiu uma mistura de conforto e ousadia, com cores vibrantes e acessórios chamativos.
Virais nas redes: Endrick e Vozinha dominam o debate
Nas plataformas digitais, o jovem atacante Endrick, do Palmeiras, viralizou com seus dribles e comemorações, enquanto o goleiro Vozinha, da seleção de Cabo Verde, tornou-se meme após uma defesa inusitada. A torcida também mostrou criatividade, com coreografias e cartazes que circularam amplamente.
Segundo analistas de redes sociais, a Copa de 2023 registrou um aumento de 40% no volume de postagens relacionadas a personagens não jogadores, em comparação com edições anteriores. "A Copa se tornou um fenômeno cultural que vai muito além do campo", afirmou a socióloga esportiva Mariana Costa em entrevista ao jornal O Globo.



