Fora da Copa, Vitinho respeita decisão e mira novo ciclo na Seleção
Fora da Copa, Vitinho respeita decisão e mira novo ciclo

Fora da lista final da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo, o lateral Vitinho, do Botafogo, afirmou respeitar a decisão da comissão técnica de Carlo Ancelotti e revelou que o sonho de vestir a camisa canarinho ainda está vivo. Em entrevista exclusiva ao ge, o jogador de 26 anos comentou sobre a frustração de não ter sido convocado, mesmo após o corte de Wesley por lesão, e projetou um novo ciclo em busca de uma vaga.

Respeito à decisão de Ancelotti

Vitinho foi presença constante nas pré-convocações e participou dos jogos das Eliminatórias em setembro e de amistosos em outubro do ano passado. Mesmo sendo monitorado, não esteve na lista final para o Mundial. “O futebol é escolha. Eu respeito o Mister, respeito a decisão dele. Quem sou eu para falar dele? Depois de tudo o que ele já viveu... Respeito toda a decisão. O Vitinho vai continuar trabalhando e fazendo o papel dele no clube, porque o sonho ainda não acabou”, afirmou.

Histórico de superação

O lateral destacou que já viveu um cenário em que esteve distante da Seleção e usa esse histórico como motivação. Revelado pelo Cruzeiro, fez carreira no Cercle Brugge (Bélgica) e no Burnley (Inglaterra) antes de chegar ao Botafogo, clube que o levou à Seleção. “Eu tenho sonhos e penso em vestir a camisa da seleção brasileira ainda. Lembro que, há alguns anos, eu estava distante da Seleção e consegui chegar lá. Então, vou continuar trabalhando para que, se Deus quiser, estar na Seleção de novo”, completou.

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Esperança com corte de Wesley

Depois de ficar de fora da lista final, Vitinho ainda teve esperança com o corte de Wesley, lesionado. Ao ge, o lateral contou que estava na casa de amigos quando começou a receber várias mensagens e ligações. “Meu telefone começou a vibrar, vibrar, vibrar. É normal que isso aconteça e bate aquela ansiedade. Mas eu estava tranquilo. Acho que, se fosse para mim, eu estava preparado. Mas não foi... Não foi da vontade de Deus e foi uma decisão do Mister. Eu respeito isso. Tenho certeza de que ele fez o melhor pelo nosso país. Agora é trabalhar para conseguir uma vaga lá de novo”, finalizou.

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