A Espanha é bicampeã mundial. Na final da Copa do Mundo de 2026, a seleção espanhola venceu a Argentina por 1 a 0, com gol de Ferran Torres na prorrogação, e levantou a taça pela segunda vez na história. O título veio acompanhado de um feito inédito: a melhor defesa de todos os campeões mundiais, com apenas um gol sofrido em oito partidas.
Recorde de defesa
O recorde anterior já pertencia à Espanha, que na campanha de 2010 sofrera dois gols, ao lado da França (1998) e Itália (2006). Agora, a Fúria reduziu para apenas um gol, sofrido nas quartas de final contra a Bélgica, após abrir o placar. A equipe também se tornou a quarta na história a conquistar o título sem jamais estar atrás do placar em nenhum jogo, feito antes alcançado pela Itália (1938 e 1982) e Alemanha (1990).
Campanha invicta e controle dos jogos
Em todas as outras 19 edições da Copa, o campeão precisou buscar ao menos um empate ou virada. O Brasil, por exemplo, venceu sete jogos de virada em suas cinco conquistas, incluindo duas finais (1958 e 1962). A Espanha, em 2026, começou com um empate sem gols contra Cabo Verde e depois venceu todos os jogos: 4 a 0 sobre a Arábia Saudita, 1 a 0 sobre o Uruguai, 3 a 0 sobre a Áustria, 1 a 0 sobre Portugal, 2 a 1 sobre a Bélgica (único gol sofrido), 2 a 0 sobre a França na semifinal e 1 a 0 sobre a Argentina na final.
Final decidida na prorrogação
Aos 42 segundos do segundo tempo da prorrogação, Ferran Torres marcou o gol do título, dentro da área, após jogada trabalhada. O atacante comemorou com a torcida espanhola, enquanto Lionel Messi e os argentinos lamentaram a derrota. A partida foi disputada no estádio lotado, com transmissão ao vivo para todo o mundo.
Dupla espanhola faz história
Além do recorde defensivo, a dupla de ataque da Espanha entrou para a lista de maiores artilheiros em finais de Copa, ao lado de Pelé e outros lendários jogadores. O feito reforça a geração vitoriosa espanhola, que já havia conquistado a Eurocopa e a Liga das Nações nos anos anteriores.



