A história de Louicius Deedson, atacante da seleção haitiana na Copa do Mundo de 2026, é marcada por superação e inspiração. Aos nove anos, ele teve a oportunidade de conhecer Lionel Messi durante uma visita do argentino ao Haiti como embaixador da Unicef, em 2010, pouco após o terremoto que devastou o país. Agora, aos 25 anos, Deedson é peça-chave no time que enfrenta o Brasil em busca de uma classificação inédita às oitavas de final.
Encontro que marcou a infância
Em 2010, o Haiti ainda se recuperava do terremoto que matou milhares de pessoas. Messi, então embaixador da Unicef, visitou o país para levar esperança às crianças. Foi nesse contexto que Louicius Deedson, então com nove anos, conheceu o ídolo. O encontro, registrado em fotos, foi um marco na vida do jovem haitiano. "Naquele momento, eu soube que queria ser jogador de futebol", relembra Deedson em entrevista recente.
De promessa a realidade
Anos depois, Deedson se profissionalizou e hoje atua no FC Dallas, da Major League Soccer (MLS). Sua trajetória no futebol é vista como um símbolo de resiliência para o Haiti, país que enfrenta desafios políticos e sociais. Na Copa de 2026, ele tem sido um dos destaques da seleção, contribuindo com gols e assistências que ajudaram o Haiti a chegar até as oitavas de final.
O jogo contra o Brasil
O confronto contra o Brasil é aguardado com expectativa. Deedson, que já declarou ser fã de Messi, agora terá a chance de brilhar em um dos maiores palcos do futebol mundial. "Jogar contra o Brasil é um sonho. Quero mostrar que o Haiti tem talento e garra", afirmou o atacante. A partida, válida pelas oitavas de final, promete ser emocionante, com o Haiti buscando fazer história e o Brasil tentando confirmar o favoritismo.
Independentemente do resultado, a história de Louicius Deedson já é uma inspiração: do terremoto no Haiti ao encontro com Messi, e agora, a caminho de se tornar uma estrela da Copa do Mundo.



