A Copa do Mundo de 2026, que será sediada por Estados Unidos, Canadá e México, já começa a gerar expectativas no mercado financeiro brasileiro. O evento esportivo global pode impulsionar setores como consumo, turismo, aviação, tecnologia e infraestrutura, mas também traz riscos geopolíticos e de volatilidade cambial.
Setores mais impactados
Empresas de bebidas, alimentos e varejo tendem a se beneficiar do aumento do consumo durante o torneio. A indústria aérea e de turismo também deve registrar alta demanda, especialmente para voos internacionais. Já o setor de tecnologia pode ver crescimento em transmissões e plataformas digitais.
Riscos e oportunidades
Apesar do otimismo, investidores devem ficar atentos a tensões comerciais entre EUA e outros países, que podem afetar o câmbio e as commodities. A Fifa já divulgou o salário do presidente Infantino, gerando debates sobre transparência. No Brasil, a Copa também pode influenciar o mercado de bets e fraudes via Pix.
Especialistas recomendam diversificar a carteira e aproveitar oportunidades em FIIs e renda fixa, que seguem atrativos. A XP, por exemplo, destaca fundos imobiliários de papel como favoritos. Já a PetroRecôncavo e a Marcopolo apresentam bons resultados, enquanto a Braskem salta com OPA.



