Cervejas artesanais para torcer pelo Brasil na Copa 2026
Cervejas artesanais para torcer pelo Brasil na Copa

Três estilos de cerveja artesanal para a torcida

Com o próximo jogo do Brasil marcado para este domingo (5), torcer sem uma cervejinha gelada ao lado chega a ser um pecado. Para descobrir quais são as versões artesanais mais procuradas, o Paladar conversou com alguns especialistas. A seguir, confira três sugestões.

Sours: acidez e frutas nacionais

Para quem quer sair do básico, as Sours, em especial as Fruited Sours, são excelentes opções. O que define esse estilo é a sua acidez característica, muitas vezes combinada com a adição de frutas brasileiras na receita. De acordo com Paulo Almeida, sócio, sommelier e curador de cervejas, o consumo dessas cervejas costuma variar conforme festividades e a época do ano.

Pilsen: o estilo equilibrado

Se a ideia é uma cerveja que agrade a todos os convidados do churrasco, a Pilsen é a aposta segura. Sua coloração clara, a alta carbonatação e as notas que lembram pão e biscoito, combinadas ao baixo amargor, fazem dela uma opção bastante acessível para quem busca uma bebida mais leve. Carlos Lima, sommelier e mestre em estilos do TapTap, explica que a Pilsen é um dos estilos que encontra maior aceitação entre os consumidores.

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IPA: o estilo mais procurado

As IPAs (India Pale Ale) e suas variações ocupam o topo da lista de preferências entre os consumidores. Visualmente, esse estilo se destaca pelos tons de laranja, enquanto no olfato dominam os aromas cítricos. A principal característica da IPA é o seu sabor amargo, que, segundo Paulo, proporciona uma sensação refrescante muito adequada ao clima brasileiro. É a escolha ideal para quem quer uma bebida com personalidade marcante.

Como identificar uma cerveja de qualidade

Para não errar na escolha, você deve ficar atento a cinco pilares: a aparência, o sabor, o corpo, o aroma e o equilíbrio do conjunto. Rafael Soares de Souza, da Cervejaria Central, sugere que, embora a leitura sobre estilos ajude, o segredo está em encarar cada nova cerveja como uma oportunidade de descoberta sensorial. Na prática, como orienta Carlos Lima, o ideal é permitir que os sentidos trabalhem antes mesmo do primeiro gole. Uma boa bebida artesanal revela seu valor visualmente, com tons e nuances diferentes das cervejas comuns, e através de perfumes que devem ser nítidos no nariz.

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