Sophie Cunningham critica participação de atletas trans no esporte feminino
A jogadora da WNBA Sophie Cunningham recebeu apoio da Casa Branca após declarar que 'mulheres não deveriam enfrentar homens biológicos' em competições esportivas. A declaração foi feita em meio ao crescente debate sobre inclusão de atletas transgênero no esporte feminino nos Estados Unidos.
A secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, saiu em defesa de Cunningham nesta quinta-feira, classificando a reação 'esquerdista' contra a jogadora como 'ridícula' e 'estarrecedora'. Leavitt afirmou que a posição de Cunningham 'defende a integridade do esporte feminino'.
Reações e controvérsias
A postura de Cunningham acirrou o debate sobre inclusão trans nos EUA, contrastando com a posição oficial da WNBA, que apoia a participação de atletas trans. A jogadora recebeu críticas de grupos de direitos LGBTQIA+, mas também foi elogiada por conservadores e ativistas que defendem a exclusão de atletas trans do esporte feminino.
Segundo Leavitt, 'é estarrecedor que uma atleta seja atacada por defender a justiça no esporte'. A Casa Branca não comentou se a posição de Cunningham reflete a política oficial do governo.
Impacto no debate nacional
O caso reacendeu discussões sobre políticas esportivas e direitos de atletas transgênero. Diversos estados americanos têm proposto leis que restringem a participação de trans em competições femininas, gerando embates jurídicos e políticos.
A WNBA, por sua vez, reafirmou seu compromisso com a inclusão, mas não se pronunciou diretamente sobre as declarações de Cunningham. A jogadora, que atua pelo Phoenix Mercury, não comentou o apoio da Casa Branca até o momento.



