Paula D'Arienzo, chefe de hospitalidade da Fifa, impulsionou um crescimento de 225% nas vendas do setor durante a Copa do Mundo de 2026, alcançando um faturamento recorde de 3 bilhões de dólares. A brasileira, que integra a entidade desde 2011, lidera a área responsável por experiências de luxo e hospitalidade nos estádios do torneio.
Crescimento impulsionado pelo mercado americano
De acordo com D'Arienzo, o mercado dos Estados Unidos foi fundamental para o desempenho histórico. "A hospitalidade na Fifa cresceu 225% em vendas nesta Copa, e isso se deve em grande parte à demanda do público americano, que busca experiências exclusivas", afirmou. O setor atraiu celebridades e ofereceu serviços diferenciados, como lounges VIP, gastronomia de alto nível e entretenimento personalizado.
Experiências de luxo e exclusividade
Os pacotes de hospitalidade incluíam acesso a áreas privilegiadas nos estádios, encontros com ex-jogadores e brindes especiais. A estratégia visou não apenas gerar receita, mas também financiar projetos da Fifa, como o desenvolvimento do futebol em países emergentes. "Cada dólar arrecadado com hospitalidade é reinvestido no esporte", destacou a executiva.
Recorde de faturamento e impacto global
O faturamento de 3 bilhões de dólares superou todas as edições anteriores, consolidando a hospitalidade como uma das principais fontes de receita da Fifa. O modelo de negócios, focado em experiências premium, deve ser replicado em futuros torneios. "Estabelecemos um novo padrão para a indústria", concluiu Paula D'Arienzo.



