A seleção brasileira enfrenta o Haiti nesta sexta-feira (19) pela segunda rodada da Copa do Mundo de 2026. Além da evidente diferença técnica, já que o Brasil conta com jogadores de grandes clubes, outro contraste chama atenção: a disparidade financeira entre os elencos.
Valores de mercado
Segundo o Transfermarkt, site especializado em valores de mercado no futebol, a modesta seleção haitiana soma, com todos os 26 jogadores, 55,95 milhões de euros (cerca de R$ 330 milhões na cotação atual). Seu atleta mais valioso é Wilson Isidor, centroavante do Sunderland, avaliado em 18 milhões de euros (R$ 106 milhões).
Já o plantel brasileiro, comandado por Carlo Ancelotti, vale 928,20 milhões de euros (aproximadamente R$ 5,47 bilhões) — o que coloca o Brasil apenas na sexta posição entre as seleções mais valiosas do Mundial. O jogador brasileiro com maior valor de mercado é Vini Jr., avaliado em 140 milhões de euros (R$ 825 milhões). Sozinho, ele vale mais do que três seleções do Haiti inteiras.
Os 10 jogadores mais valiosos da Copa
- Lamine Yamal (Espanha) — € 200 milhões (R$ 1,18 bilhão)
- Erling Haaland (Noruega) — € 200 milhões (R$ 1,18 bilhão)
- Kylian Mbappé (França) — € 180 milhões (R$ 1,062 bilhão)
- Pedri (Espanha) — € 150 milhões (R$ 885 milhões)
- Michael Olise (França) — € 150 milhões (R$ 885 milhões)
- Vitinha (Portugal) — € 140 milhões (R$ 826 milhões)
- João Neves (Portugal) — € 140 milhões (R$ 826 milhões)
- Vinicius Junior (Brasil) — € 140 milhões (R$ 826 milhões)
- Jude Bellingham (Inglaterra) — € 130 milhões (R$ 767 milhões)
- Declan Rice (Inglaterra) — € 120 milhões (R$ 708 milhões)
A partida desta noite dirá se a diferença entre as equipes ficará apenas no papel ou se o Brasil conseguirá impor sua superioridade em campo para conquistar a primeira vitória na Copa do Mundo.



