Copa 2026: craques comparados a divas pop em análise divertida
Copa 2026: craques comparados a divas pop em análise divertida

Para fãs de música que não entendem muito de futebol, é possível conhecer os craques mais badalados da Copa do Mundo de 2026 entendendo qual diva pop cada um deles seria. Vamos conferir essa comparação inusitada?

Os ícones do futebol e suas equivalentes pop

Cristiano Ronaldo é Taylor Swift: dois grandes players da indústria, obcecados por preparo, performance e resultado. Gostam de acumular números e recordes e são um tanto autocentrados.

Messi é Beyoncé: genialidade silenciosa, tão respeitado quanto reservado, faz de tudo para preservar a família e a intimidade. É muito bom em adaptar seu estilo a diferentes tempos e contextos. Tem gente que rivaliza com Cristiano Ronaldo, mas no fundo todo mundo sabe quem é o melhor.

Banner largo do Pickt — app de listas de compras colaborativas para Telegram

Os jovens prodígios

Lamine Yamal é Rosalía: o fato de os dois terem nascido na mesma região da Espanha não é a única coincidência. Ambos precisaram de pouquíssimo tempo para se tornarem protagonistas, graças à disposição de se arriscar criativamente.

Harry Kane é Ariana Grande: nunca ganhou um título realmente relevante, apesar de ser melhor do que muita gente que já ganhou.

Mbappé é Anitta: os dois estão entre as pessoas mais famosas e relevantes de seus países de origem, mas não se contentam com isso. Eles querem a dominação global. Muito talentosos, mas não raramente estão envolvidos em polêmicas nos bastidores.

Outras comparações

Haaland é Billie Eilish: um prodígio que, desde muito jovem, senta na mesa com os veteranos. Ele venceu a Liga dos Campeões aos 22 anos, mesma idade que ela tinha quando ganhou seu segundo Oscar.

Dembélé é Charli XCX: tem uma carreira não muito linear, já decepcionou no passado, mas subiu de nível nos últimos anos (a Bola de Ouro é o Brat dele).

Bellingham é Ludmilla: ele é volante, meia armador e atacante; ela canta funk, pop, pagode e romântico. Ambos têm a versatilidade como superpoder e dominam qualquer terreno.

James Rodriguez é Rihanna: teve sua fase apoteótica, mas hoje só trabalha quando tem vontade (e a vontade raramente aparece).

Modrić é Adele: ele desbancou Messi na Bola de Ouro; ela venceu Beyoncé no Grammy. Os dois são bons, mas não é para tanto.

Endrick é Olivia Rodrigo: tem gente que o considera o novo Pelé; tem gente que a considera a salvação do rock. Os dois são bons, mas, de novo, não é pra tanto.

E Neymar?

Bom, ele é Katy Perry. Ambos tiveram auges impressionantes e marcaram uma geração inteira, mas fizeram escolhas erradas, que infelizmente levaram à decadência. Hoje, estão no caminho para virarem subcelebridades.

Banner pós-artigo do Pickt — app de listas de compras colaborativas com ilustração familiar