Frantzdy Pierrot, principal referência ofensiva da seleção do Haiti e adversário do Brasil na fase de grupos da Copa do Mundo de 2026, revelou um plano ambicioso para sua vida após o futebol: tornar-se agente do FBI. O atacante, que estudou criminologia nos Estados Unidos, afirmou que deseja proteger as pessoas e seguir carreira na polícia federal americana.
Sonho de infância e inspiração
Pierrot, de 30 anos, contou que o interesse pela área de segurança pública surgiu ainda na infância, quando vivia no Haiti. "Cresci vendo muitas dificuldades no meu país e sempre quis fazer a diferença. Quero proteger as pessoas", disse o jogador em entrevista. A formação em criminologia, concluída durante sua passagem pelo futebol universitário nos EUA, foi o primeiro passo para esse objetivo.
Trajetória no futebol e planos futuros
Revelado pelo clube haitiano América des Cayes, Pierrot construiu carreira no futebol europeu, com destaque para passagens por clubes da Bélgica e França. Agora, como um dos líderes do Haiti na Copa do Mundo, ele vê o torneio como uma vitrine, mas já pensa no futuro. "Após pendurar as chuteiras, quero usar minha formação e experiência para servir como agente do FBI", afirmou.
A história de Pierrot é um exemplo de como o esporte e a educação podem transformar vidas. Enquanto enfrenta o Brasil em campo, ele já sonha em trocar os gramados pelas investigações criminais.



