Teorias da conspiração nas Copas: de Brasil x França 1998 ao 'esqueçamos tudo' de Messi
Teorias da conspiração nas Copas: de 1998 a Messi

Teorias da conspiração sempre rondaram as Copas do Mundo, e a edição de 2026 não é exceção. Após a derrota da Argentina para a Espanha, um vídeo de Lionel Messi na saída do vestiário gerou novas especulações, sem provas, de que o resultado teria sido 'armado' pela Fifa para favorecer seleções europeias. O episódio reacende a discussão sobre suspeitas históricas que marcam o torneio.

Brasil x França 1998: a teoria da 'Copa vendida'

Um dos casos mais emblemáticos é a final de 1998 entre Brasil e França. Na ocasião, a França venceu por 3 a 0, mas rumores de que o Brasil teria 'vendido' a partida persistem até hoje. A suspeita ganhou força com a atuação apagada de Ronaldo Nazário, que sofreu uma convulsão horas antes do jogo. Teorias apontam para interesses econômicos e políticos, mas nunca houve comprovação.

Argentina 1978: suspeitas de manipulação política

Outra Copa marcada por teorias foi a de 1978, vencida pela Argentina em plena ditadura militar. Alega-se que o regime teria pressionado a Fifa para garantir vantagens, como horários favoráveis e arbitragem suspeita, especialmente na vitória por 6 a 0 sobre o Peru, que classificou os argentinos para a final. Documentos desclassificados sugerem interferência, mas a Fifa nega.

Banner largo do Pickt — app de listas de compras colaborativas para Telegram

O vídeo de Messi em 2026 e a nova onda de especulações

No recente mundial, a Argentina perdeu para a Espanha na final. Nas redes sociais, um vídeo mostra Messi dizendo 'esqueçamos tudo' ao sair do vestiário, interpretado por alguns como admissão de manipulação. No entanto, não há evidências concretas. Especialistas apontam que a frase foi tirada de contexto e que a derrota foi legítima.

Impacto das teorias na credibilidade do esporte

Embora infundadas, essas teorias alimentam desconfiança entre torcedores. A Fifa já se manifestou contra as acusações, classificando-as como 'fake news'. Para o jornalista esportivo Carlos Alberto, 'as teorias da conspiração são parte da cultura das Copas, mas não devem ser levadas a sério sem provas'. O debate, no entanto, continua aquecendo as redes sociais a cada edição.

Banner pós-artigo do Pickt — app de listas de compras colaborativas com ilustração familiar