A Espanha conquistou o bicampeonato mundial ao vencer a Argentina por 1 a 0 na prorrogação, em uma final dominada pela Fúria no tempo regulamentar e decidida por Ferran Torres no tempo extra. O título, o segundo da história espanhola após o de 2010, foi alcançado sob o comando de Luis de la Fuente, que contou com jovens talentos como Lamine Yamal e Mikel Oyarzabal.
Domínio espanhol e resistência argentina
Durante os 90 minutos iniciais, a Espanha finalizou 20 vezes contra a meta argentina, mas encontrou dificuldades para superar a defesa adversária e o goleiro Emiliano Martínez. A Argentina, mesmo com um jogador a menos desde o segundo tempo após a expulsão de Nicolás Tagliafico, conseguiu levar o jogo para a prorrogação. A Albiceleste pouco ameaçou o gol de Unai Simón, que teve atuação segura.
O gol do título
Na prorrogação, a pressão espanhola continuou até que, aos 12 minutos do primeiro tempo extra, Ferran Torres aproveitou um cruzamento de Oyarzabal e cabeceou para o fundo das redes, sem chances para Martínez. O gol coroou a superioridade espanhola e garantiu a vitória.
“Estou muito feliz por toda a equipe. Foi um jogo difícil, mas nunca desistimos. Esse título é para todos os torcedores espanhóis”, declarou Ferran Torres, eleito o melhor em campo.
Reações e legado
O técnico Luis de la Fuente celebrou o feito: “Estes jovens jogadores mostraram maturidade e talento. É o início de uma nova era para o futebol espanhol.” A Argentina, atual campeã em 2022, não conseguiu repetir o desempenho e viu o sonho do tricampeonato ser adiado. Messi, que atuou durante toda a partida, não conseguiu evitar a derrota.
Com este resultado, a Espanha iguala o número de títulos de França e Uruguai (2), ficando atrás de Brasil (5), Alemanha (4) e Itália (4). A Copa de 2026 foi marcada pela ascensão de novas gerações e pela consolidação do estilo de jogo espanhol.



