Serguei: o roqueiro carioca que viveu o trinômio sexo, drogas e rock'n'roll
Serguei: o roqueiro carioca que viveu sexo, drogas e rock

Serguei, nome artístico de Sérgio Augusto Bustamante, nascido em 8 de novembro de 1933 e falecido em 7 de junho de 2019, aos 85 anos, em Volta Redonda (RJ), é lembrado como a encarnação da rebeldia e irreverência do rock'n'roll. No Dia Mundial do Rock, 13 de julho, sua memória é celebrada.

Uma discografia pequena, mas um folclore imenso

A obra musical de Serguei é modesta: dois álbuns e alguns singles lançados entre 1966 e 2009, com destaque para o álbum de 1991. No entanto, o folclore em torno de sua vida é vasto. Ele ficou famoso por usar uma camiseta com a frase “Eu comi a Janis Joplin”. Serguei jurava que realmente teve um relacionamento sexual com a cantora norte-americana Janis Joplin (1943–1970).

O encontro com Janis Joplin

Segundo Serguei, ele teria conhecido Janis em São Francisco (EUA) em 1967, e reencontrado a cantora no Brasil, em fevereiro de 1970, em uma boate em Copacabana, onde ele trabalhava como cantor. Embora não haja comprovação do caso, o cantor mantinha a história com convicção.

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Vida além do rock

Antes de se dedicar ao rock, Serguei trabalhou como comissário de bordo, bancário, office-boy e ajudante de cozinha. Ele também tentou carreira política em Saquarema (RJ), onde viveu por décadas, mas nunca se elegeu vereador. Serguei viveu intensamente o trinômio sexo, drogas (especialmente LSD) e rock'n'roll, além do álcool. Mais entertainer do que cantor, como ele mesmo admitia, viveu fora das convenções sociais.

Legado e memória

Serguei é lembrado como um símbolo da rebeldia do rock, mais roqueiro do que muitos controlados pelo sistema. No Dia Mundial do Rock, sua figura é celebrada como a de um artista que viveu a vida louca com ardor juvenil.

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