Naturalizado brasileiro, fortuna de R$ 2 bilhões e fama de rei da pipoca: quem é o pai de Marcos
Rei da pipoca: pai de Marcos assassinado por Elize Matsunaga

O império da pipoca e o patriarca

Conhecido como o 'rei da pipoca', o empresário naturalizado brasileiro construiu um império que hoje vale R$ 2 bilhões. Ele é o pai de Marcos Matsunaga, executivo assassinado em 2012 pela própria esposa, Elize Matsunaga, em um crime que chocou o Brasil. O patriarca, de origem japonesa, chegou ao Brasil ainda jovem e, com muito trabalho, fundou uma das maiores empresas de pipocas do país.

O crime que abalou a família

Marcos Matsunaga, então presidente da empresa, foi morto a tiros por Elize em maio de 2012. O corpo foi esquartejado e enterrado em uma área de mata. O caso ganhou grande repercussão e Elize foi condenada a mais de 20 anos de prisão. A fortuna da família, estimada em R$ 2 bilhões, tornou-se alvo de disputas judiciais.

Trajetória do imigrante

O pai de Marcos chegou ao Brasil na década de 1950, fugindo da pobreza no Japão. Inicialmente trabalhou como agricultor, mas logo percebeu o potencial do mercado de pipocas. Com uma máquina simples, começou a vender nas ruas de São Paulo. O negócio cresceu e, nos anos 1980, a empresa já era líder no setor. Hoje, a marca é conhecida em todo o país.

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Segundo a defesa da família, o patriarca sempre manteve perfil discreto, evitando a fama. No entanto, sua história de sucesso é frequentemente citada como exemplo de empreendedorismo. 'Ele é a prova de que o Brasil oferece oportunidades para quem trabalha duro', afirmou um amigo próximo.

Legado e polêmicas

Após a morte de Marcos, o controle da empresa passou para outros herdeiros. A fortuna, no entanto, gerou conflitos. Em 2017, uma ação judicial questionou a partilha dos bens. O patriarca, já idoso, continua afastado da administração. Apesar do crime, o império da pipoca segue operando, mantendo o legado do imigrante que se tornou bilionário.

O caso de Elize Matsunaga, que matou o marido por vingança após descobrir uma traição, ainda é lembrado como um dos crimes mais bárbaros do país. Enquanto isso, o pai de Marcos vive recluso, preservando a memória do filho e a fortuna construída com tanto esforço.

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