A escritora premiada pela Academia Brasileira de Letras (ABL) se reinventou aos 50 anos, dedicando-se à literatura infantojuvenil com livros que tratam do racismo. A autora, que já havia conquistado reconhecimento por sua obra anterior, encontrou uma nova voz ao abordar temas raciais para o público jovem.
Trajetória de reinvenção
Aos 50 anos, a escritora decidiu mudar o foco de sua carreira, passando a escrever para crianças e adolescentes. Seus livros abordam o racismo de forma direta e educativa, buscando conscientizar desde cedo. A reinvenção foi motivada pela percepção da falta de representatividade e discussão sobre o tema na literatura infantojuvenil brasileira.
Reconhecimento da ABL
A Academia Brasileira de Letras premiou a autora por sua contribuição à literatura, destacando a coragem e a relevância de tratar o racismo em obras para jovens leitores. O prêmio reforça a importância de abordar questões sociais na formação de leitores críticos.
Impacto das obras
Os livros da escritora têm sido adotados por escolas e bibliotecas, gerando debates em sala de aula. Pais e educadores elogiam a forma como a autora trata o racismo, sem simplificações, mas com linguagem acessível. Para a autora, a literatura é uma ferramenta poderosa para combater o preconceito.
Em entrevista, a escritora afirmou: “Aos 50 anos, percebi que poderia contribuir de forma mais significativa para a luta antirracista através da literatura infantojuvenil. As crianças precisam se ver representadas e entender a diversidade desde cedo.”
Dados e números
Segundo a autora, mais de 10 mil exemplares de seus livros já foram distribuídos em escolas públicas por meio de programas de incentivo à leitura. Ela também realiza palestras e oficinas sobre racismo em instituições de ensino.



