A Antologia Acreana 'Vozes Esquecidas' está com inscrições abertas até 15 de agosto de 2026 para autores brasileiros, acreanos ou residentes no estado, com idade mínima de 18 anos. O projeto, promovido pela Academia Acreana de Letras (AAL) em parceria com a Associação das Jornalistas e Escritoras do Brasil (Ajeb) – Coordenação Acre e a Sociedade Literária Acreana (SLA), tem como objetivo resgatar e eternizar as histórias de personagens, comunidades e grupos sociais que contribuíram para a construção da história do Acre, mas que permanecem pouco conhecidos da população.
Como participar
Os interessados devem preencher uma ficha de inscrição disponível em formulário eletrônico nos canais oficiais da Ajeb e enviar o texto completo, minibiografia, fotografia do autor em boa resolução, fotografias complementares (quando houver) e comprovante de pagamento da taxa de adesão de R$ 300. Segundo o edital, o valor será destinado aos custos de revisão, preparação editorial, projeto gráfico, diagramação, impressão, registro ISBN e demais despesas relacionadas à produção da obra.
Cada participante receberá dois exemplares impressos da antologia. Exemplares adicionais poderão ser adquiridos separadamente. O lançamento da obra está previsto para novembro de 2026.
Tema e gêneros literários
Os textos devem abordar o tema 'Vozes Esquecidas' e podem ser inscritos nos gêneros crônica, conto, relato literário, texto memorialístico, poema ou prosa poética. Cada participante poderá inscrever apenas um texto inédito, escrito em língua portuguesa. Os autores selecionados terão espaço para publicação do trabalho, além de fotografia e minibiografia na coletânea.
Os textos passarão por curadoria editorial para verificação do cumprimento das normas do chamamento, adequação ao tema e observância de critérios éticos e legais.
Cronograma
- Inscrições: de 15 de junho a 15 de agosto de 2026
- Revisão editorial e diagramação: agosto e setembro de 2026
- Impressão gráfica: outubro de 2026
- Lançamento da obra: novembro de 2026
A publicação busca preservar memórias e valorizar histórias de pessoas e comunidades que contribuíram para o desenvolvimento histórico, cultural, social e humano do estado.



