62ª edição do Festival do Folclore em Olímpia reúne mais de 2,8 mil artistas
62ª edição do Festival do Folclore em Olímpia reúne 2,8 mil artistas

Olímpia (SP) se prepara para receber, a partir de 1º de agosto, a 62ª edição do Festival do Folclore (Fefol), consolidando seu título de Capital Nacional do Folclore. O evento é um dos maiores do gênero no Brasil e neste ano contará com mais de 70 grupos folclóricos e parafolclóricos, aproximadamente 2,8 mil artistas, mais de 130 apresentações e representantes de 21 estados brasileiros. O estado homenageado da edição será o Rio de Janeiro.

Números do festival

Além dos grupos e artistas, o Fefol reúne uma diversidade cultural impressionante. Os participantes vêm de todas as regiões do país, trazendo danças, músicas, trajes típicos e tradições que refletem a riqueza do folclore brasileiro. A edição deste ano promete ser ainda mais especial com a homenagem ao Rio de Janeiro, que apresentará suas manifestações culturais, como o jongo, o frevo e o samba de roda.

Série especial 'Fefol: além do palco'

Para mostrar que o folclore vai muito além das apresentações nos palcos, a TV TEM preparou a série especial 'Fefol: além do palco', exibida no TEM Notícias 1ª Edição entre os dias 27 de julho e 1º de agosto de 2026. A cobertura também se estende ao g1, que publica uma minissérie de reportagens com conteúdos exclusivos sobre o festival. As matérias apresentam histórias inéditas, curiosidades e bastidores, complementando os episódios exibidos pela TV TEM.

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Durante mais de duas semanas de produção, a equipe da TV TEM percorreu Olímpia e o Rio de Janeiro para contar histórias de quem mantém vivas as tradições populares brasileiras. A série também aborda o legado do festival, os impactos na economia local e revela como o folclore está presente no cotidiano dos moradores e visitantes.

Preparativos e legado

Ao longo de seis reportagens, a série apresenta personagens que ajudam a construir o festival há décadas, acompanha os preparativos para a edição deste ano e destaca a diversidade cultural dos grupos participantes. Um dos destaques é o legado de um professor que ajudou a transformar Olímpia na Capital Nacional do Folclore, história que será contada na segunda reportagem da série.

De acordo com a organização do festival, o Fefol movimenta a economia local, atraindo turistas de todo o Brasil e gerando empregos temporários em setores como hotelaria, alimentação e comércio. A expectativa é de que a edição deste ano supere o público dos anos anteriores, consolidando ainda mais o evento como referência nacional.

Diversidade cultural

Os grupos participantes representam todas as regiões do Brasil, desde o Norte com o boi-bumbá até o Sul com as danças gaúchas. A homenagem ao Rio de Janeiro trará manifestações típicas fluminenses, como a capoeira e o jongo. Além disso, o festival contará com oficinas, palestras e exposições que aproximam o público das tradições populares.

O Fefol é uma oportunidade única para conhecer e valorizar o folclore brasileiro, que está presente no dia a dia de maneiras sutis, como no jeito de falar, nas comidas típicas e nas simpatias populares. A série da TV TEM e do g1 busca exatamente mostrar essa presença cotidiana, desmistificando a ideia de que o folclore é algo distante ou apenas do passado.

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