'Cinco da Tarde': filme contemplativo sobre luto e amizade
'Cinco da Tarde': filme contemplativo sobre luto e amizade

O filme 'Cinco da Tarde', dirigido por Eduardo Nunes, chega aos cinemas como uma obra contemplativa que explora o encontro de duas adolescentes em meio à luz e à sombra. A produção, em preto e branco, valoriza o silêncio e a introspecção para abordar temas como perda e memória.

Enredo e personagens

A trama acompanha Anabel, interpretada por Bárbara Luz, uma jovem que sofre com a morte da avó. Em seu processo de luto, ela forma um vínculo profundo com Meiko, papel de Sharon Cho, uma presença serena e luminosa que traz conforto à protagonista. O encontro entre as duas é marcado por momentos de delicadeza e reflexão.

Estilo e direção

Eduardo Nunes aposta em uma narrativa visual poética, com enquadramentos cuidadosos e uma fotografia que contrasta luz e sombra para simbolizar as emoções das personagens. O ritmo lento e os longos planos convidam o espectador a mergulhar na subjetividade de Anabel, tornando a experiência cinematográfica imersiva.

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Recepção crítica

O longa-metragem tem sido elogiado pela crítica especializada, que destaca a sensibilidade da abordagem sobre o luto e a amizade. A atuação de Bárbara Luz e Sharon Cho é apontada como um dos pontos altos, transmitindo emoção sem excessos. O Bonequinho, símbolo de avaliação do jornal O Globo, aplaudiu a obra, classificando-a como um trabalho de destaque no cinema nacional.

'Cinco da Tarde' é uma produção que convida à contemplação, ideal para quem aprecia filmes que fogem do convencional e exploram a complexidade dos sentimentos humanos. A obra está em cartaz nos circuitos comerciais e de arte.

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