'A divina Sarah Bernhardt' retrata atriz como transgressora e temperamental
'A divina Sarah Bernhardt': atriz transgressora no cinema

O filme 'A Divina Sarah Bernhardt', dirigido por Guillaume Nicloux, chega aos cinemas destacando a atriz francesa como uma figura transgressora e temperamental. A produção aborda a vida de Sarah Bernhardt, que desafiou os padrões morais do século XIX ao manter relações sexuais com diversos parceiros e criar seu filho fora da estrutura familiar tradicional.

Uma vida de prazer e sofrimento

O longa enfatiza tanto o prazer quanto o sofrimento corporal da atriz, incluindo a amputação de sua perna após o agravamento de um machucado decorrente de uma queda durante uma apresentação no Rio de Janeiro. A cena é um dos momentos mais impactantes do filme, mostrando a resiliência de Sarah diante da adversidade.

Sandrine Kiberlain interpreta Sarah Bernhardt com uma atuação marcante, que também combate o antissemitismo. A atriz, que é judia, enfrentou preconceito ao longo de sua carreira, e o filme não hesita em mostrar essa luta.

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Uma abordagem libertária e política

Com uma abordagem libertária e política, 'A Divina Sarah Bernhardt' apresenta a atriz como uma mulher à frente de seu tempo. O diretor Guillaume Nicloux disse: 'Sarah Bernhardt foi uma das primeiras celebridades globais, mas também uma mulher que viveu sua vida de forma intensa e sem se desculpar por isso.'

O filme já está em cartaz nos cinemas brasileiros e promete gerar discussões sobre o papel da mulher na sociedade e a liberdade sexual.

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