O príncipe George, filho mais velho de William e Kate Middleton, está prestes a receber o primeiro celular da vida. Mas, em vez de um smartphone de última geração, o aparelho escolhido pelos pais é um autêntico 'tijolão' – um modelo básico, com pouquíssimos recursos tecnológicos, que reforça a preocupação do casal com a exposição digital dos três filhos. A decisão, tomada às vésperas da ida do príncipe para o internato, chamou atenção e reacendeu o debate sobre o uso de tecnologia por crianças da realeza.
O 'tijolão' não tem acesso a redes sociais, lojas de aplicativos ou navegadores de internet. As funções se limitam a chamadas e mensagens de texto, o suficiente para que George mantenha contato com os pais e os irmãos durante o período de adaptação longe de casa. A escolha, segundo a publicação, segue a preocupação de William e Kate em proteger os filhos dos perigos do ambiente virtual, como cyberbullying, golpes e exposição indevida.
Decisão antes do internato
A entrega do aparelho acontece em um momento estratégico: a ida de George para o internato. A transição para uma nova escola, com rotina rígida e regras próprias, exige que o príncipe tenha um canal de comunicação confiável com a família. O modelo de celular escolhido, no entanto, não atende a fins de entretenimento. A prioridade é a segurança e a privacidade, valores que o casal real sempre defendeu publicamente.
A imprensa britânica destacou que a decisão foi deliberada e reflete o estilo de criação de William e Kate. Em vez de ceder à pressão por um dispositivo caro e moderno, eles optaram por algo que cumpre uma função específica: permitir que o filho fale com eles sem se expor aos riscos do mundo digital.
Preocupação com a exposição digital
William e Kate são pais de três crianças: George, Charlotte e Louis. O primogênito, agora pré-adolescente, é o primeiro a receber um celular. A escolha de um 'tijolão' evidencia a intenção do casal de ensinar o uso consciente da tecnologia desde cedo. Especialistas em educação digital apontam que essa abordagem está alinhada a um movimento crescente de pais que preferem atrasar o acesso dos filhos à internet, ainda que não haja uma regra universal.
Ao optar por um aparelho sem internet, o casal também evita que George seja monitorado por plataformas de publicidade e coleta de dados. Em uma família tão visada como a realeza britânica, a privacidade é um bem precioso, e cada escolha tecnológica ganha um peso ainda maior.
O aparelho que parece ter saído do passado
O 'tijolão', como é carinhosamente chamado, possui um design robusto, teclado físico e bateria de longa duração. Esses aparelhos, comuns nos anos 1990 e 2000, têm se tornado populares novamente entre pais que buscam o chamado 'déficit de atenção' – ou seja, uma infância com menos distrações digitais. A ausência de câmera frontal e de tela sensível ao toque reduz o potencial de uso problemático, como o acesso a conteúdo impróprio ou o contato com estranhos.
A decisão do casal real não significa, porém, que o príncipe ficará completamente isolado. O aparelho permite receber fotos e mensagens, mas de forma limitada. A ideia é que George se adapte à nova rotina no internato sem as pressões típicas da vida online, algo que muitos especialistas consideram benéfico para o desenvolvimento emocional.
Reação do público e da imprensa
A notícia gerou repercussão imediata. Nas redes sociais, muitos elogiaram a postura dos pais, enquanto outros questionaram se o 'tijolão' não seria um exagero. Alguns lembraram que o próprio William e Kate já haviam pedido à imprensa que respeitasse a privacidade dos filhos, reforçando a coerência da escolha. A decisão também foi comparada à de outras celebridades, que têm optado por dar aos filhos aparelhos sem acesso à internet.
Independentemente da opinião pública, o 'tijolão' de George já é um símbolo do cuidado da família real com as novas gerações. Em um mundo onde as crianças ganham smartphones cada vez mais cedo, a escolha de um modelo básico é uma declaração de princípios. E o pequeno príncipe, ao receber seu primeiro celular, não estará apenas ganhando um item de comunicação – estará aprendendo, desde cedo, que a tecnologia deve ser usada com limites.



