Sambódromo revitalizado com foco em reduzir temperatura no Rio
Revitalização do Sambódromo foca em redução de temperatura

O projeto de revitalização do Sambódromo, na Marquês de Sapucaí, no Rio de Janeiro, coloca o clima como eixo central das intervenções. A iniciativa promete reduzir a temperatura da região por meio de soluções sustentáveis, combatendo o efeito de ilha de calor urbana.

Soluções sustentáveis no projeto

De acordo com a AAA Azevedo Agência de Arquitetura, responsável pelo projeto, estão previstos 1.500 metros quadrados de novas áreas verdes, incluindo jardins verticais e canteiros com espécies nativas. Além disso, serão utilizados materiais de alta refletância solar nos pisos e coberturas, diminuindo a absorção de calor. O sistema de drenagem também será reformado para captar água da chuva e irrigar a vegetação.

Impacto na ilha de calor urbana

A região da Sapucaí é uma das mais quentes do Rio, devido à grande concentração de asfalto e concreto. Estudos preliminares indicam que as medidas podem reduzir a temperatura local em até 2°C, beneficiando não apenas os frequentadores do sambódromo, mas também os moradores do entorno. A expectativa é que o microclima se torne mais ameno durante os desfiles e eventos.

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Detalhes da revitalização

O projeto inclui a renovação dos camarotes, arquibancadas e da pista de desfile, com melhorias na acessibilidade e na infraestrutura elétrica. As intervenções serão realizadas em etapas, com início previsto para após o Carnaval de 2026. A prefeitura do Rio estima que a revitalização completa leve três anos.

As imagens inéditas divulgadas mostram um sambódromo mais integrado à paisagem, com amplos espaços sombreados e vegetação abundante. O orçamento total ainda não foi divulgado, mas a obra é considerada prioritária para a cidade-sede do maior espetáculo da Terra.

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