Tesouro IPCA+ volta a superar 8,5% ao ano com risco e ata
Tesouro IPCA+ volta a ultrapassar 8,5% ao ano com aversão ao risco e ata do Copom; mercado reage à comunicação do BC e à Selic elevada.
Tesouro IPCA+ volta a ultrapassar 8,5% ao ano com aversão ao risco e ata do Copom; mercado reage à comunicação do BC e à Selic elevada.
Estado do Rio de Janeiro adere ao Propag e reduz dívida mensal com a União de R$ 436 mi para R$ 119 mi. Secretário Mercês detalha plano com 30 ações para equilibrar contas.
O Copom reduziu a Selic para 14,25% ao ano, mas indicou que o ciclo de cortes pode estar próximo do fim. Mercado reage com cautela.
IBC-Br de abril mostra crescimento de 0,5%, abaixo do esperado. Juros altos e conflito no Oriente Médio freiam a economia. Selic deve cair 0,25 ponto.
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RecomendadoRelatório Focus do Banco Central mostra piora nas expectativas para IPCA e Selic até 2028, com IPCA de 5,30% em 2026 e Selic a 13,75%.
Preço de TVs cai 12% entre a Copa do Qatar e a dos EUA, enquanto lanches sobem 33%. Cerveja sobe 18%, menos que refrigerantes (26%). Inflação é fator crítico.
O setor de serviços brasileiro cresceu 1,2% em abril, superando as projeções do mercado. O resultado foi impulsionado por transportes e tecnologia da informação.
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O artigo aborda a crise previdenciária brasileira, destacando o envelhecimento populacional e a necessidade urgente de aumentar a produtividade para evitar conflitos intergeracionais e pressão sobre os jovens.
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RecomendadoO PIB brasileiro cresceu 1,1% no primeiro trimestre de 2026, puxado pela agropecuária. Investimentos caíram para 16,5% do PIB, gerando preocupações com o crescimento sustentável.
A Fitch revisou para cima a projeção de crescimento do PIB brasileiro em 2026, para 2,1%, mas alerta para riscos fiscais, inflação e juros elevados nos próximos anos.
O PIB brasileiro registrou alta de 1,1% no primeiro trimestre de 2026, impulsionado por gastos do governo, mercado de trabalho robusto e super safra de soja. O resultado veio em linha com as expectativas do mercado.
Estudo do Santander aponta que fim da escala 6×1 pode reduzir PIB em até 0,5%, mas efeitos dependem de compensações e produtividade.