Tesouro IPCA+8%: rendimento real mais alto desde Dilma atrai investidores
Tesouro IPCA+8%: rendimento real mais alto desde Dilma

Tesouro IPCA+8%: rendimento real mais alto desde Dilma atrai investidores

O Tesouro IPCA+8% voltou a chamar a atenção dos investidores, oferecendo o maior rendimento real desde o governo Dilma Rousseff. Com a Selic em até 14,25% ao ano, o título público indexado à inflação garante proteção contra a alta dos preços e ainda entrega um ganho real expressivo. Mas será que é mesmo imperdível? Especialistas avaliam o cenário de juros, inflação e orçamento para responder a essa pergunta.

O que mudou no cenário econômico?

A recente alta da Selic, combinada com a inflação persistente, elevou as taxas dos títulos públicos. O IPCA+8% significa que, além da correção pela inflação oficial, o investidor recebe 8% ao ano de juro real. Esse nível não era visto desde 2016, quando a crise fiscal e política elevou os prêmios de risco. Agora, com o aperto monetário do Banco Central e as incertezas fiscais, o Tesouro volta a pagar esse patamar.

Vale a pena comprar, esperar ou sair?

Para quem busca renda fixa de longo prazo, o IPCA+8% é considerado atrativo. No entanto, é preciso cautela: se a inflação cair mais rápido que o esperado, o ganho real pode ser menor. Já para quem já tem títulos comprados com taxas menores, a marcação a mercado pode gerar perdas temporárias. Especialistas recomendam diversificar e não concentrar todo o portfólio em um único ativo.

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Bitcoin desaba: o que fazer?

Enquanto a renda fixa brilha, o Bitcoin enfrenta forte queda, com desvalorização superior a 20% em poucos dias. Analistas apontam que o movimento é influenciado pelo aumento dos juros globais e pela aversão ao risco. Para quem está exposto, a recomendação é reavaliar o percentual alocado em criptomoedas e, se necessário, reduzir posições para evitar perdas maiores.

Inflação nos EUA e impacto nos mercados

O CPI dos Estados Unidos subiu 0,5% em maio, em linha com o esperado, mas ainda acima da meta do Fed. Esse dado reforça a expectativa de juros altos por mais tempo, o que pressiona ativos de risco globais. No Brasil, o Ibovespa futuro opera em queda, refletindo o cenário eleitoral local, as tensões no Irã e a inflação americana. O dólar também sobe, enquanto os juros futuros avançam.

Hedge para proteger o S&P 500

Com o S&P 500 acumulando ganhos de US$ 9 trilhões, investidores estão buscando proteção antes da decisão do Fed. Opções de hedge dispararam, indicando que o mercado espera volatilidade. Para quem tem exposição a ações americanas, vale considerar estratégias de proteção, como compra de puts ou redução de posições.

SpaceX vs Blue Origin: a corrida espacial

No setor espacial, SpaceX e Blue Origin disputam a liderança. Enquanto a SpaceX avança com testes de computação com IA em órbita, a Blue Origin foca em foguetes reutilizáveis. A competição acirrada promete inovações e redução de custos, beneficiando o setor como um todo.

Onde investir no 2º semestre?

Para o segundo semestre, especialistas recomendam cautela. A renda fixa atrativa, com títulos como o IPCA+8%, é uma opção defensiva. Já na renda variável, setores como bancos, energia e tecnologia podem oferecer oportunidades, mas com seleção criteriosa. A diversificação entre classes de ativos é essencial para mitigar riscos.

Política e eleições 2026

No cenário político, a pesquisa Quaest mostra que o caso Master já afeta a imagem de Flávio para 6 em cada 10 eleitores. Lula aparece com 44% das intenções de voto, contra 38% de Flávio, em um cenário de segundo turno. A aprovação de Lula é de 50%, impulsionada pelo programa Desenrola. Já a PEC 6×1 e a redução da jornada de trabalho seguem em debate.

Mundo: tensão entre EUA e Irã

As tensões no Oriente Médio escalam, com EUA e Irã trocando ataques após a queda de um helicóptero Apache. Trump afirma que o Irã “terá que pagar o preço” e considera ataques à infraestrutura iraniana. O Irã, por sua vez, diz que precisa reavaliar as negociações. O conflito eleva o risco geopolítico e impacta os preços do petróleo.

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Minhas finanças: seguros e contratos

No dia a dia, o contrato de namoro deixou de ser coisa de celebridade e conquista casais comuns. Além disso, cerca de 200 imóveis serão leiloados com descontos de até 63%, pela Zuk e Itaú. Itapema supera Balneário Camboriú e tem o metro quadrado mais caro do Brasil. Para quem viaja, é importante evitar erros no seguro-viagem que podem deixar o turista sem cobertura.

Empresas e investimentos

Banrisul (BRSR6) anunciou R$ 90 milhões em proventos, enquanto Totvs aprovou R$ 104,3 milhões. A Janus Henderson aposta na Europa, mesmo no auge da IA americana. Já o mercado de crédito vive uma virada, mas gestores pedem cautela. O FII ALZR11 anunciou programa de recompra de até 16,4 milhões de cotas. Por fim, a Monte Bravo quer dobrar equipe e mira R$ 200 bilhões sob custódia até 2030.