Mini-índice fecha estável com leve baixa de 0,01% aos 174.690 pontos
Mini-índice fecha estável: 174.690 pontos

Os contratos de mini-índice (WINQ26), com vencimento em agosto, encerraram a última sessão (21/07) próximos da estabilidade, com leve baixa de 0,01%, aos 174.690 pontos. No cenário externo, os investidores mantiveram atenção às negociações envolvendo um possível cessar-fogo entre Estados Unidos e Irã, enquanto as bolsas americanas e europeias avançaram impulsionadas pela expectativa em torno da temporada de balanços das empresas de tecnologia ligadas à inteligência artificial. Ao mesmo tempo, o petróleo seguiu em alta, refletindo a persistência das tensões geopolíticas no Oriente Médio.

Ibovespa oscila com incertezas tarifárias

No Brasil, o Ibovespa oscilou durante toda a sessão e encerrou praticamente estável, ainda pressionado pelas incertezas em torno das tarifas impostas pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros. O desempenho positivo de ações como Vale (VALE3), Petrobras (PETR3; PETR4) e dos grandes bancos ajudou a limitar as perdas do índice. Para os traders de mini-índice, o foco permanece no cenário externo, na evolução do conflito no Oriente Médio, na temporada de balanços em Wall Street e nos desdobramentos das tensões comerciais, fatores que seguem influenciando o fluxo e a volatilidade do índice futuro.

Análise do gráfico de 15 minutos

No gráfico de 15 minutos, observo que o mini-índice apresentou recuperação durante a sessão e conseguiu encerrar acima das médias móveis de 9 e 21 períodos. Apesar disso, o fechamento ainda foi levemente negativo, indicando que os compradores reagiram, mas não conseguiram reverter completamente o desempenho do dia. Para que o fluxo vendedor volte a ganhar força, será necessário perder a faixa de 174.490/174.220 pontos. Caso esse suporte seja rompido, vejo espaço para uma aceleração das quedas em direção a 173.950/173.500 pontos, com alvo mais longo em 173.110/172.830 pontos.

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Por outro lado, a retomada do movimento de alta dependerá da superação da resistência em 174.845/175.345 pontos. Se houver entrada consistente de fluxo comprador, o índice poderá avançar até 175.650/176.065 pontos, tendo como objetivo mais amplo a região de 176.870/177.730 pontos. No gráfico diário, o cenário ainda exige cautela. O mini-índice fechou praticamente estável, mas continua abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, configuração que mantém o risco de continuidade do movimento corretivo.

Perspectivas para compradores e vendedores

Para que a estrutura volte a favorecer os compradores, considero necessária a retomada das médias e o rompimento da resistência em 176.065/178.765 pontos. Superada essa região, os próximos objetivos passam a ser 180.670/183.925 pontos. No cenário de baixa, a perda do suporte em 173.500/172.000 pontos poderá ampliar a pressão vendedora, abrindo espaço para testes em 170.210/169.090 pontos. O IFR (14) está em 45,91 pontos, em região neutra. Fonte: Nelogica. Gráfico 15 minutos. Elaboração Rodrigo Paz.

WINQ26: Gráfico de 60 minutos

No gráfico de 60 minutos, o mini-índice encerrou a última sessão entre as médias móveis de 9 e 21 períodos, o que reforça o cenário de consolidação e falta de direção mais clara no curto prazo. Para retomar o fluxo comprador, será necessário superar a resistência em 176.060/176.870 pontos. Caso esse rompimento ocorra com entrada de volume, o índice poderá avançar em direção a 178.765/179.220 pontos, com alvo mais longo na região de 180.670/181.515 pontos.

Já para dar continuidade ao movimento de baixa, acompanho a perda do suporte em 173.500/172.430 pontos. Se essa faixa for rompida, o índice poderá buscar 172.000/171.400 pontos, tendo como objetivos mais longos 170.210/169.565 pontos. Fonte: Nelogica. Gráfico 60 minutos. Elaboração Rodrigo Paz. (Rodrigo Paz é analista técnico CNPI-T)

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