O IPCA de maio rompeu o teto da meta de inflação, trazendo um dilema ao Banco Central sobre cortar ou manter a taxa Selic. A pressão inflacionária preocupa investidores e pode impactar a política monetária nos próximos meses.
Fluxo estrangeiro na B3
O fluxo estrangeiro na B3 continua negativo, com o JPMorgan projetando pouco alívio no curto prazo. A saída de capital estrangeiro tem pressionado o mercado de ações brasileiro, que já enfrenta incertezas fiscais e políticas.
Impacto nos investimentos
Com a inflação elevada, as taxas do Tesouro IPCA+ despencaram, surpreendendo investidores. A rentabilidade desses títulos caiu mesmo com a alta da inflação, refletindo expectativas de juros futuros e demanda por proteção.
Enquanto isso, a Raízen viu o apoio ao seu plano de recuperação extrajudicial subir para 80,15%. Já o Bank of America elevou a recomendação da Vitru para compra e cortou a da Cruzeiro do Sul, mantendo cautela com o setor educacional.
Mercado de renda fixa
Na renda fixa, as taxas de CDBs, LCIs e LCAs na XP continuam atrativas, mas a inflação acima do esperado pode pressionar os rendimentos reais. Investidores buscam alternativas para proteger o poder de compra.
O mercado de fundos imobiliários (FIIs) também se destaca, deixando de ser ‘apenas tijolo’ para se tornar uma indústria bilionária, com maior diversificação e liquidez.
Perspectivas econômicas
O governo Lula anunciou crédito para compra de motos e bicicletas elétricas para entregadores, enquanto o ministro Durigan afirmou que o programa Desenrola para adimplentes deve sair até o fim do mês.
No cenário internacional, a Rússia avança na Ucrânia, e a China alega que ‘tartarugas espiãs’ monitoram suas águas. Nos EUA, um ataque a tiros no Texas deixou um morto e dez feridos.



