Ibovespa Futuro sobe com alívio geopolítico e queda do petróleo
Ibovespa Futuro sobe com alívio entre EUA e Irã e queda do petróleo

O Ibovespa futuro opera em alta nesta segunda-feira (20), impulsionado pelo alívio nas tensões geopolíticas entre Estados Unidos e Irã e pela consequente queda nos preços do petróleo. O movimento ocorre após declarações do ministro das Relações Exteriores do Irã indicando disposição para negociações com os EUA, o que reduziu os temores de uma escalada no conflito no Oriente Médio.

Petróleo zera alta após fala de ministro iraniano

Os contratos futuros do petróleo Brent, referência internacional, recuaram nesta manhã, zerando os ganhos recentes. A reversão ocorreu depois que o ministro do Irã afirmou que o país está aberto a negociações com os Estados Unidos, amenizando as preocupações com interrupções no fornecimento de petróleo na região do Estreito de Ormuz. O Irã, no entanto, reiterou que seus direitos sobre Ormuz são inegociáveis.

EUA atacam Irã pelo 9º dia seguido

Apesar do tom conciliatório, os Estados Unidos realizaram ataques contra o Irã pelo nono dia consecutivo. O Irã, por sua vez, afirmou que dois petroleiros explodiram em Ormuz, elevando a tensão na região. O mercado acompanha de perto os desdobramentos, mas a perspectiva de diálogo trouxe alívio temporário aos investidores.

Banner largo do Pickt — app de listas de compras colaborativas para Telegram

Dólar ronda estabilidade com guerra no Oriente Médio em foco

O dólar opera próximo da estabilidade frente ao real, com investidores monitorando o conflito no Oriente Médio e seus impactos sobre os preços das commodities. A moeda americana também reflete a expectativa pela reunião do Federal Reserve (Fed) e os dados econômicos dos EUA.

Focus: mercado reduz projeção do IPCA para 2026 pela terceira semana

No cenário doméstico, o Boletim Focus divulgado pelo Banco Central mostrou que o mercado reduziu a projeção do IPCA para 2026 pela terceira semana consecutiva. A mediana das expectativas para a inflação caiu de 4,10% para 4,05%. Já a projeção para a Selic no próximo ano foi mantida em 12,50%.

BRB, Raízen, Helbor, Casas Bahia e mais ações para acompanhar

Entre as ações em destaque, a Raízen recebeu prazo da B3 até março de 2027 para reenquadrar suas ações acima de R$ 1, após o papel fechar abaixo desse valor por 30 pregões consecutivos. A companhia precisa apresentar um plano para reverter a situação. Outras empresas como BRB, Helbor e Casas Bahia também estão no radar dos investidores.

Vibra renova máxima histórica, enquanto Marcopolo segue pressionada

A Vibra Energia renovou sua máxima histórica nas negociações desta segunda-feira, impulsionada por perspectivas positivas para o setor de distribuição de combustíveis. Em contrapartida, as ações da Marcopolo seguem pressionadas, refletindo desafios no setor de ônibus e a desaceleração da economia.

Ibovespa recua após três semanas de alta; correção pode ganhar força?

O Ibovespa interrompeu uma sequência de três semanas de alta e recuou na última sexta-feira (17). Analistas avaliam que a correção pode ganhar força nesta semana, dependendo dos desdobramentos geopolíticos e da agenda econômica. O mercado monitora a reunião do Copom e os dados de emprego no Brasil.

No cenário internacional, o minério de ferro recuou na China, pressionado pela fraqueza sazonal na demanda por aço. A queda nos preços da commodity pode impactar ações de mineradoras como Vale.

Banner pós-artigo do Pickt — app de listas de compras colaborativas com ilustração familiar