O Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a taxa Selic, mas manteve um tom cauteloso em relação ao futuro dos cortes. A decisão foi acompanhada de perto pelo mercado, que já precifica um fim próximo do ciclo de afrouxamento monetário. Enquanto isso, investidores também monitoram os desdobramentos do acordo entre Estados Unidos e Irã, que foi assinado e prevê a reabertura do Estreito de Ormuz e alívio de sanções.
Reação do mercado
O índice Dow Jones Futuro opera em alta após o presidente dos EUA, Donald Trump, assinar o acordo para encerrar a guerra. No Brasil, a combinação do corte da Selic, a cautela do Federal Reserve (Fed) e a entrada em vigor do acordo EUA-Irã agitam os mercados. O Ibovespa, o dólar e os juros futuros são os principais indicadores a serem observados nesta quinta-feira.
Impactos nos investimentos
Com a Selic a 14,25%, ainda há ações de dividendos que batem o CDI, segundo analistas. No Tesouro Direto, as taxas voltaram a subir, indicando expectativa de alta da Selic após discurso de Warsh. Já o crédito privado enfrenta pressão com dívidas chegando a quase 20% ao ano.
Outros destaques do dia
- Cade aprova aquisição da Brava Energia pela Ecopetrol – O órgão antitruste deu sinal verde para a operação.
- Pagamento de proventos – TIM, Porto e Allos anunciaram datas e valores para distribuição de dividendos e JCP.
- Operação Compliance Zero – Jaques Wagner é alvo de nova fase da investigação.
- Acordo EUA-Irã – Memorando assinado prevê paz interina e reabertura do Estreito de Ormuz.
Análises e colunas
Walter Maciel escreve sobre a alma necessária para os tempos atuais, enquanto Giovana Pacini aborda a longevidade como chave para o futuro. Vivian Sesto discute o tarifaço e a importância da proteção cambial.
No esporte, o México busca encaminhar classificação na Copa do Mundo 2026, enquanto Portugal estreou com empate e Inglaterra venceu a Croácia por 4 a 2.



