O mercado de emissão bancária na plataforma da XP oferece, nesta segunda-feira (15), CDBs com taxas prefixadas de até 14,800% ao ano, com vencimento superior a 12 meses. Os títulos de inflação estão pagando até IPCA+ 8,900% em mais de um ano, enquanto os pós-fixados rendem até 106% do CDI no mesmo período.
LCAs e LCIs disponíveis
As LCAs contam com taxas atreladas à inflação de até IPCA+ 6,600% em mais de 12 meses, e as pós-fixadas pagam até 87% do CDI em mais de um ano. Já as LCIs pós-fixadas oferecem até 85% do CDI com vencimento em um ano.
Opções em destaque
- CDB BANCO XP S.A.: Taxa de 103% do CDI, vencimento em junho/2028.
- CDB BANCO C6 CONSIGNADO S.A.: Taxa de 103% do CDI, vencimento em junho/2032.
- LCA BNDES: Taxa de 81,5% do CDI, vencimento em setembro/2028.
Para investir em CDBs, LCIs e LCAs, acesse a conta na XP e confira uma lista completa com mais de 1 mil opções de ativos. As ofertas na plataforma são limitadas à capacidade disponível do produto nesta segunda-feira (15).
Cenário de Renda Fixa na XP
As taxas dos DIs encerraram a sexta-feira (12) com comportamento misto, refletindo a combinação de fatores domésticos e externos. Os vértices a partir de 2028 fecharam em queda, acompanhando o alívio nos mercados globais diante da expectativa de um acordo entre Estados Unidos e Irã, enquanto a ponta curta voltou a subir, pressionada pelas incertezas sobre o rumo da política monetária no Brasil.
No exterior, o otimismo com a possibilidade de assinatura de um acordo já no fim de semana ajudou a reduzir prêmios de risco, mesmo sem confirmação definitiva por parte de Teerã. Esse cenário contribuiu para a queda das taxas mais longas, tradicionalmente mais sensíveis ao ambiente global, ainda que os rendimentos dos Treasuries tenham operado com leve alta no fim do dia.
No cenário doméstico, o IPCA de maio veio acima do esperado, tanto na leitura mensal quanto no acumulado em 12 meses, permanecendo acima do teto da meta de inflação. Apesar disso, a composição do índice trouxe sinais mais benignos, com desaceleração de núcleos e serviços subjacentes, o que limitou uma reação mais forte da curva.
Ainda assim, a inflação elevada mantém o mercado em alerta quanto à condução da política monetária. A ponta curta da curva refletiu essa cautela, com leve alta das taxas diante das dúvidas sobre o espaço para cortes adicionais da Selic no curto prazo.
Ao longo da sessão, os juros chegaram a oscilar para cima após a divulgação do IPCA, mas passaram a cair entre o fim da manhã e o início da tarde, em linha com a perda de força dos Treasuries. O movimento consolidou a diferenciação entre a parte curta, mais ligada à Selic, e a longa, influenciada pelo cenário externo.
No balanço, a curva de juros mostrou um ajuste fino entre fatores locais e globais: curto prazo pressionado por incertezas inflacionárias e de política monetária, e longo prazo aliviado pela expectativa de redução das tensões geopolíticas, ainda que o cenário siga dependente de novos desdobramentos.
Trata-se de um conteúdo patrocinado. O InfoMoney não possui qualquer responsabilidade quanto à oferta e à comercialização dos produtos divulgados neste material.



