O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que a Apple concordou em firmar uma parceria com a Intel para a fabricação de chips em território americano. A declaração foi feita por meio de uma publicação em rede social, onde Trump destacou a importância de produzir e projetar semicondutores no país.
Decisão estratégica
“Decidi ajudar porque precisamos construir e desenhar chips na América”, escreveu Trump, reforçando seu apoio à iniciativa. A parceria representa um passo significativo para a Intel, que recentemente recebeu um aporte financeiro do governo americano como parte dos esforços para revitalizar a indústria de semicondutores nos Estados Unidos.
Impacto no mercado
Após o anúncio, as ações da Intel registraram alta de 9% no pré-mercado, refletindo o otimismo dos investidores com a colaboração. A Apple, que já é uma das maiores consumidoras de chips do mundo, passa a ser um cliente-chave para a Intel, que busca expandir seu negócio de fabricação de semicondutores sob contrato.
A aliança pode ser um marco para a Intel, que enfrenta concorrência acirrada de empresas como TSMC e Samsung. Com o apoio do governo e agora da Apple, a Intel espera fortalecer sua posição no mercado global de chips, além de contribuir para a segurança da cadeia de suprimentos dos EUA.
Especialistas apontam que a parceria também pode acelerar o desenvolvimento de tecnologias avançadas de fabricação, beneficiando não apenas as duas empresas, mas todo o ecossistema tecnológico americano. A produção local de chips é vista como uma prioridade estratégica para reduzir a dependência de fornecedores asiáticos.



