CDBs prefixados pagam até 14,55% ao ano na XP; LCAs e LCIs também têm boas taxas
CDBs prefixados pagam até 14,55% na XP; LCAs e LCIs têm boas taxas

Nesta segunda-feira (20), a plataforma da XP apresenta uma ampla gama de opções em renda fixa bancária, com destaque para CDBs prefixados que alcançam até 14,550% ao ano, com vencimento superior a 12 meses. Os títulos atrelados à inflação oferecem até IPCA+ 8,250% em um ano, enquanto os pós-fixados pagam até 106% do CDI também para prazos acima de 12 meses.

LCAs e LCIs: taxas competitivas para investidores

As Letras de Crédito do Agronegócio (LCAs) disponíveis contam com taxas prefixadas de até 12,000% ao ano para vencimentos superiores a um ano. Já as LCAs indexadas à inflação rendem até IPCA+ 5,910% em 12 meses, e as pós-fixadas pagam até 89% do CDI para prazos acima de um ano. As Letras de Crédito Imobiliário (LCIs) oferecem taxas prefixadas de até 11,500% ao ano para vencimentos superiores a 12 meses, enquanto as pós-fixadas atingem 84% do CDI no mesmo período.

Ofertas em destaque: CDB Neon e Paulista, LCA Bocom BBM

Entre as opções disponíveis, o CDB Neon Financeira paga 105,5% do CDI com vencimento em julho de 2029. O CDB Paulista oferece 106% do CDI, também com vencimento em julho de 2029. Já a LCA Banco Bocom BBM S.A. rende 89,5% do CDI, com vencimento em julho de 2031. As ofertas são limitadas à capacidade disponível do produto nesta segunda-feira (20).

Banner largo do Pickt — app de listas de compras colaborativas para Telegram

Cenário de juros futuros: alta firme na sexta-feira

Na sexta-feira (17), as taxas dos juros futuros (DIs) fecharam em alta firme, com avanço próximo de 20 pontos-base em alguns vencimentos. O movimento foi impulsionado por aversão ao risco nos mercados globais, escalada do conflito entre Estados Unidos e Irã, valorização do dólar e ajustes técnicos no mercado doméstico, mesmo com a queda dos rendimentos dos Treasuries.

Na ponta curta e intermediária, o DI para janeiro de 2028 avançou 20 pontos-base, para 14,10%, refletindo a piora do sentimento global e a alta do dólar frente ao real. O fortalecimento da moeda americana elevou preocupações com inflação importada, pressionando as expectativas para os juros domésticos.

Ponta longa também sobe; petróleo Brent atinge US$ 87

A ponta longa registrou forte abertura: o DI para janeiro de 2035 subiu 17 pontos-base, para 14,585%, acumulando alta de 32 pontos-base na semana. O movimento refletiu o aumento dos prêmios de risco em um ambiente de maior incerteza internacional e redução da exposição a ativos arriscados. O principal gatilho foi a intensificação da guerra no Oriente Médio, após novos ataques dos EUA ao Irã e a resposta militar iraniana. O petróleo Brent avançou para a faixa de US$ 87 por barril, reforçando preocupações inflacionárias.

No cenário doméstico, o IBC-Br mostrou alta de 0,1% em maio, acima da expectativa de estabilidade, mas o indicador teve influência limitada sobre os negócios. O movimento da curva foi dominado pelo ambiente externo e pela piora do apetite por risco. Os juros futuros encerraram a semana em alta, com pressão disseminada ao longo da curva: a ponta curta refletiu o impacto do câmbio e das expectativas para a política monetária, enquanto a ponta longa incorporou prêmio adicional de risco diante da deterioração do cenário geopolítico global.

Banner pós-artigo do Pickt — app de listas de compras colaborativas com ilustração familiar