CDBs na XP pagam até 14,80% ao ano; LCIs e LCAs também oferecem altas taxas
CDBs na XP pagam até 14,80% ao ano; LCIs e LCAs também

O mercado de emissão bancária na plataforma da XP oferece nesta sexta-feira (24) CDBs com taxas prefixadas de até 14,800% ao ano com vencimento em mais de 12 meses. Títulos de inflação pagam até IPCA+ 9,000% em mais de 1 ano, enquanto os pós-fixados rendem até 112% do CDI em 12 meses.

LCAs e LCIs disponíveis na XP

As LCAs contam com taxas prefixadas de até 12,100% em mais de 1 ano. As atreladas à inflação pagam até IPCA+ 6,040% em 12 meses, e as pós-fixadas rendem até 89% do CDI em mais de 1 ano. Já as LCIs oferecem taxas prefixadas de até 12,500% em 12 meses, enquanto as pós-fixadas pagam até 90% do CDI com vencimento em 1 ano.

Exemplos de investimentos

Confira algumas opções de renda fixa bancária oferecidas pela XP:

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  • CDB NEON FINANCEIRA: Taxa de 105,5% do CDI, vencimento em julho/2029.
  • CDB PAULISTA: Taxa de 106% do CDI, vencimento em julho/2029.
  • LCA BANCO BOCOM BBM SA: Taxa de 88% do CDI, vencimento em julho/2031.

Para investir em CDBs, LCIs e LCAs, acesse a conta na XP e confira uma lista completa com mais de 1 mil opções de ativos. As ofertas na plataforma são limitadas à capacidade disponível do produto nesta sexta-feira (24).

Cenário da renda fixa

As taxas dos juros futuros (DIs) fecharam a quinta-feira (23) em alta em toda a curva, acompanhando a disparada do petróleo Brent, que voltou a superar US$ 100 por barril, e o avanço dos rendimentos dos Treasuries. O movimento foi provocado pela intensificação do conflito entre Estados Unidos e Irã, ampliando os temores de pressão inflacionária global.

Impacto nas taxas

Na ponta curta e intermediária, o DI para janeiro de 2028 avançou 14 pontos-base, para 14,355%, refletindo a piora do cenário externo. Apesar da abertura da curva, o mercado manteve a expectativa de um corte de 0,25 ponto percentual da Selic na reunião de agosto, embora as apostas em uma nova redução dos juros em setembro tenham perdido força diante da alta do petróleo.

A ponta longa também encerrou o dia em alta, mas com intensidade um pouco menor. O DI para janeiro de 2035 subiu 8 pontos-base, para 14,82%, incorporando o aumento dos prêmios de risco associado à escalada das tensões geopolíticas e ao avanço dos juros dos títulos do Tesouro americano.

Fatores geopolíticos

O mercado reagiu à nova rodada de ataques dos Estados Unidos contra o Irã, ao fechamento do Estreito de Ormuz e aos ataques a petroleiros no Mar Vermelho, fatores que elevaram as preocupações com a oferta global de petróleo. A alta da commodity reforçou as expectativas de inflação e impulsionou os Treasuries, pressionando também a curva brasileira.

Ao longo do pregão, os juros futuros chegaram às máximas do dia, acompanhando o agravamento do cenário externo. Na reta final da sessão, o mercado continuava precificando cerca de 80% de probabilidade de corte da Selic em agosto, mas reduzia as apostas de flexibilização adicional na reunião de setembro.

Com isso, a curva de juros voltou a abrir em toda a sua extensão. Enquanto a ponta curta refletiu a revisão das expectativas para o ciclo de cortes da Selic, a curva longa permaneceu pressionada pelo aumento dos riscos inflacionários e pela maior aversão ao risco no cenário internacional.

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