De professora a fenômeno: brechó fatura R$ 250 mil por mês com lives
Brechó de professora fatura R$ 250 mil por mês com lives

O que começou como uma renda extra se tornou um negócio que hoje reúne mais de 1 milhão de seguidores nas redes sociais e movimenta cerca de R$ 250 mil por mês. A história da empreendedora Alessandra Genovesi, dona de um brechó em São Paulo, foi escolhida pelo público como a vencedora da primeira edição do quadro “Quem Empreende Conta”, exibido pelo Pequenas Empresas & Grandes Negócios.

De professora a empreendedora digital

Formada em Educação Física, Alessandra sempre teve facilidade para vendas. Enquanto dava aulas, começou a complementar a renda vendendo biquínis e roupas fitness para os próprios alunos. “Eu sempre gostei de vender”, conta. Com o tempo, o negócio cresceu e ganhou um novo rumo durante um período de crise econômica. Foi então que surgiu a ideia de vender roupas usadas de influenciadoras digitais em “lives de desapego”, numa época em que o mercado de brechós ainda enfrentava preconceito.

Sucesso imediato e transformação na pandemia

O resultado surpreendeu. “Acabou tudo no mesmo dia”, relembra Alessandra. Mas foi durante a pandemia que o brechó passou pela maior transformação. Com a loja fechada e as contas acumulando, Alessandra decidiu apostar de vez nas transmissões ao vivo e no fortalecimento das redes sociais. Ao lado do filho Pedro, que se tornou sócio do negócio, ela passou a apresentar diariamente as peças disponíveis na loja.

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Estratégia digital e crescimento exponencial

A estratégia digital mudou o patamar da empresa. O perfil, que tinha cerca de 10 mil seguidores, ultrapassou a marca de 1 milhão. Segundo Pedro, o faturamento que antes levava um mês inteiro para ser alcançado hoje pode acontecer em apenas um dia de vendas. Atualmente, o brechó conta com sete funcionários contratados e aposta na exclusividade das peças como diferencial. “A gente não tem estoque. Tem aquela peça e acabou”, explica Alessandra.

Planos de expansão e mensagem de persistência

Agora, a empresária quer expandir o negócio. “Eu quero ter uma em cada cidade”, afirma. Para ela, a principal mensagem da trajetória é mostrar que empreender exige persistência. “Empreender não é fácil, mas é muito possível.”

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