Thiago Brennand, empresário condenado por estupro, busca oficializar união com a advogada Karina Kufa, que anunciou a intenção de casar-se com ele. No entanto, para que Karina tenha direito à visita íntima no sistema prisional, ela precisa substituir a atual companheira cadastrada, conforme regras da Secretaria da Administração Penitenciária de São Paulo. A troca só pode ocorrer após 180 dias. Karina ainda não integra formalmente a defesa de Brennand.
Regras para visita íntima no sistema prisional paulista
De acordo com a Secretaria da Administração Penitenciária de São Paulo, a visita íntima é um direito concedido a presos que mantêm união estável ou casamento com a visitante. Para que uma nova companheira seja cadastrada, é necessário que a anterior seja removida do sistema, e esse processo exige um intervalo mínimo de 180 dias entre a exclusão de uma e a inclusão de outra. Atualmente, Brennand tem uma companheira cadastrada, cuja identidade não foi revelada. Karina Kufa, advogada que anunciou publicamente a intenção de se casar com o empresário, ainda não deu entrada nos trâmites para substituí-la.
Histórico de relacionamentos de Thiago Brennand na prisão
Desde que foi preso, Thiago Brennand já se relacionou com quatro companheiras diferentes, segundo informações obtidas pela coluna True Crime. O empresário, condenado por estupro, tem mantido uma rotina de relacionamentos dentro do sistema prisional, o que tem chamado a atenção de autoridades e especialistas. A troca frequente de parceiras levanta questionamentos sobre a aplicação das regras de visita íntima e a possibilidade de manipulação do sistema.
Karina Kufa ainda não atua na defesa de Brennand
Apesar de ter anunciado a intenção de se casar com Thiago Brennand, a advogada Karina Kufa ainda não movimentou os processos jurídicos do empresário. Ela não integra formalmente a equipe de defesa, o que indica que o anúncio de casamento pode ter motivações pessoais e não jurídicas. A situação gera expectativa sobre os próximos passos do empresário para regularizar a união e garantir o direito à visita íntima.



