Vereadora do RS recebe cachorro morto em caixa e registra ameaça
Vereadora recebe cachorro morto em caixa no RS

Vereadora recebe caixa com cachorro morto na Câmara de Novo Hamburgo

A vereadora Deza Guerriero (PP), de Novo Hamburgo, na Região Metropolitana de Porto Alegre, viveu momentos de terror ao abrir uma caixa entregue na Câmara Municipal. O que ela achava ser um presente se revelou o corpo de um cachorro morto, enrolado em uma sacola plástica. O caso foi registrado como ameaça e está sob investigação da Polícia Civil.

Conteúdo da caixa causa surpresa e medo

Inicialmente, a parlamentar mostrou entusiasmo ao receber a embalagem. "Olha se não é de se emocionar e chorar. Olha o que eu recebi aqui na Câmara de Vereadores", disse ela em vídeo. Junto à caixa, havia um bilhete: "com carinho para proteger os animais". Porém, ao abrir, a reação mudou. "Parece ser um corpinho, estou com medo", afirmou Deza. "Parece que é um bicho aqui. Meu Deus, alguém mandou um cachorro para mim. É um corpinho. Meu Deus, quem é que me mandou um corpo? Não acredito que me entregaram um corpo", questionou, espantada.

Ameaça e crueldade animal

A vereadora, conhecida por sua atuação em defesa da causa animal, interpretou o ocorrido como uma ameaça direta. "O que esse sujeito fez é terrorismo. Matar um animal e enviar o seu corpo como mensagem?", publicou em rede social. Em nota, seu gabinete informou que a caixa foi deixada por um motorista de aplicativo de entregas, que não teria relação com o crime. "Na hora, não me ocorreu o que era ou o que poderia ser. Isso porque ninguém imagina receber esse tipo de ataque: um ato criminoso de violência, marcado pela crueldade e pela covardia de usar a vida de um animal como ameaça ao meu mandato e ao meu gabinete", declarou a vereadora.

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Boletim de ocorrência e investigação

Deza Guerriero registrou boletim de ocorrência na delegacia de Novo Hamburgo. A caixa foi entregue à Polícia Civil, e o corpo do animal foi recolhido para perícia. As autoridades investigam a origem da entrega e a identidade do remetente. O caso reforça a preocupação com a segurança de defensores da causa animal e a violência contra animais no estado.

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