O tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, acusado de matar a esposa, a soldado da Polícia Militar Gisele Alves Santana, foi oficialmente aposentado pela Polícia Militar de São Paulo. Apesar de estar preso preventivamente, ele passou a receber vencimentos integrais, conforme publicado no Diário Oficial do estado.
Processo de expulsão em andamento
A Corregedoria da PM de SP mantém um processo de expulsão contra o oficial, que pode resultar na perda da patente e na consequente suspensão dos proventos. Caso seja condenado judicialmente, seus vencimentos poderão ser revogados.
Detalhes do caso
Geraldo Leite Rosa Neto é acusado de feminicídio e fraude processual. A vítima, Gisele Alves Santana, também era militar e foi morta em maio de 2024. O crime ocorreu na residência do casal, na capital paulista.
A aposentadoria do tenente-coronel gerou polêmica, uma vez que ele responde a processo criminal. Entretanto, a medida segue a legislação vigente, que permite a aposentadoria de militares mesmo sob investigação, até que haja decisão final.
O Conselho de Disciplina da PM analisará o caso para decidir sobre a expulsão. Se aprovada, o oficial perderá o posto e a graduação, deixando de receber a aposentadoria integral.



