Preso pela segunda vez em duas semanas suspeito de atuar na disciplina de facção no PI
Suspeito preso duas vezes em duas semanas no PI

Vicente Gomes Vieira da Silva, suspeito de integrar a estrutura disciplinar de uma organização criminosa em Parnaíba, foi preso pela segunda vez em um intervalo de apenas duas semanas. A nova captura ocorreu nesta quinta-feira (30), conforme informou a Polícia Civil do Piauí.

Fuga pelo telhado registrada por drone

Imagens registradas por um drone da polícia mostram o momento em que o suspeito tentou fugir pelo telhado de uma residência. A ação foi acompanhada pelos agentes, que já monitoravam o local. A primeira prisão de Vicente ocorreu em 16 de julho, quando foi encontrado com uma quantidade considerada "significativa" de entorpecentes.

Vídeos mostram agressões por supostas irregularidades no tráfico

Durante as investigações, os policiais encontraram vídeos que exibem o suspeito agredindo dois homens. As agressões teriam sido motivadas por supostas irregularidades relacionadas ao tráfico de drogas. A Polícia Civil destacou que, na ocasião da primeira prisão, o homem não foi encontrado em sua casa durante o cumprimento de um mandado de busca, sendo localizado cerca de duas horas depois nas proximidades do imóvel.

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Justiça relaxou prisão após primeiro flagrante

Após a primeira prisão, a Justiça considerou o flagrante ilegal e determinou o relaxamento da prisão. O delegado Ayslan Magalhães explicou: "A Polícia Civil chegou a solicitar a prisão preventiva de Vicente, com base na gravidade dos fatos investigados e na periculosidade atribuída ao suspeito. Contudo, a medida cautelar não foi deferida naquela oportunidade, resultando em sua colocação em liberdade."

Nova solicitação de prisão preventiva foi deferida

Posteriormente, uma nova solicitação de prisão preventiva foi apresentada à Justiça e deferida. O suspeito foi localizado e preso novamente. Vicente Gomes Vieira da Silva pode responder pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e tortura. A Polícia Civil continua investigando o caso para identificar outros possíveis envolvidos na organização criminosa.

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