O sargento da Polícia Militar Eduardo Abner Pereira de Oliveira, de 37 anos, foi preso após levar a mulher, a capitã da Polícia Militar de Minas Gerais, Michele Leão Azevedo, de 41 anos, morta a um hospital de Belo Horizonte, na noite de segunda-feira, 20.
Detalhes do caso
Michele foi levada ao Hospital Odilon Behrens, mas já chegou sem vida à unidade de saúde. Os profissionais que fizeram o atendimento notaram sinais que se assemelhavam a marcas de violência e acionaram a Polícia Militar, que prendeu Eduardo Abner.
Nota da defesa
Em nota, o advogado Gustavo Nepomuceno, que representa o sargento, diz que o “caso ainda está em fase inicial de apuração, e todas as circunstâncias serão devidamente esclarecidas”. “Neste momento, é imprescindível que se aguarde a conclusão das investigações e dos laudos periciais, evitando-se qualquer julgamento precipitado. O caso ainda está em fase inicial de apuração, e todas as circunstâncias serão devidamente esclarecidas pelas autoridades competentes”, afirma.
Investigação e coletiva
A Polícia Civil e a Polícia Militar informaram que vão conceder uma coletiva nesta terça-feira para detalhar pontos da investigação.
Perfil da capitã
Michele atuava como policial militar desde 2010, quando se formou em Bacharelado em Ciências Militares pela Polícia Militar de Minas Gerais. De acordo com o currículo lattes da capitã, em 2023, concluiu uma especialização em Docência no Ensino Superior pelo Instituto Federal do Sul de Minas Gerais (IFSULDEMINAS).
Posicionamento da defesa
Segundo Nepomuceno, a defesa “confia no devido processo legal, na imparcialidade das investigações e reafirma que se manifestará oportunamente nos autos”. “A defesa confia no devido processo legal, na imparcialidade das investigações e reafirma que se manifestará oportunamente nos autos, preservando o direito de defesa e o sigilo necessário ao bom andamento do procedimento”, diz ainda a nota.



