PM que rezou ao atirar em eletricista é inocentado por morte em 2021
PM que rezou ao atirar é inocentado por morte em 2021

O cabo Cauan Alencar Bastos, da Polícia Militar, foi inocentado no caso da morte de Luiz Dionísio de Andrade Filho, ocorrida em 2021. O policial havia sido acusado de homicídio, mas o Ministério Público considerou que ele agiu em legítima defesa, resultando no arquivamento do caso.

Detalhes do caso de 2021

Segundo as investigações, no episódio de 2021, Luiz Dionísio de Andrade Filho apontava uma arma para o cabo Bastos, que reagiu atirando. O tiro atingiu o tórax do suspeito, que morreu no local. A defesa do policial sempre sustentou que ele agiu para proteger a própria vida, e o Ministério Público concordou com essa versão.

Outro incidente envolvendo o mesmo PM

Em 2023, Cauan Alencar Bastos esteve envolvido em outro caso, desta vez com o eletricista Igor Eduardo Hyppolito Rodrigues. Na ocasião, Bastos e outro policial dispararam contra Igor, que segurava uma faca e parecia prestes a atacar. O eletricista foi baleado, e o episódio gerou repercussão, especialmente porque imagens mostraram o cabo rezando antes de efetuar os disparos. Apesar disso, o caso de 2021 foi o que levou Bastos a responder por homicídio, agora arquivado.

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Reações e desdobramentos

A decisão de inocentar o cabo Bastos gerou opiniões divididas. Enquanto parte da sociedade e da corporação apoiam o reconhecimento da legítima defesa, organizações de direitos humanos questionam a proporcionalidade da ação policial. O Ministério Público, no entanto, reiterou que não houve excesso por parte do policial no episódio de 2021, encerrando o caso.

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