PM condenado por tortura simulou execução em roleta russa
PM condenado por tortura simulou execução em roleta russa

Um policial militar de São Paulo foi condenado por tortura após simular uma execução com um adolescente rendido, em um caso que veio a público após imagens de câmeras corporais serem exibidas pelo Fantástico. O episódio ocorreu em fevereiro de 2025, mas as gravações só foram divulgadas após uma auditoria interna da Polícia Militar. Nas imagens, o PM aponta a arma para a própria câmera corporal antes de realizar o ato, evidenciando a tentativa de ocultar a violência.

Detalhes do crime

O vídeo mostra jovens já rendidos por policiais sendo submetidos a tortura, incluindo simulações de execução com um revólver. O policial, que aparece apontando a arma para a câmera, é um dos nove agentes denunciados pelo Ministério Público. As penas variam entre 4 e 12 anos de prisão, por crimes de tortura, abuso de autoridade e fraude processual.

Revelação e consequências

As imagens foram recuperadas por uma auditoria interna da PM, que identificou tentativas dos policiais de ocultar as ações. O caso ganhou repercussão nacional após reportagem do Fantástico. A Polícia Militar reforçou o uso de câmeras corporais como medida de transparência, mas o episódio levanta questionamentos sobre a efetividade do sistema.

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Reações e penas

Os nove PMs foram denunciados por tortura e outros crimes. As condenações variam de 4 a 12 anos de reclusão. A defesa dos agentes afirmou que recorrerá da decisão. O caso é visto como um marco no combate à violência policial no estado de São Paulo.

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