O pai que perdeu o filho em uma trágica falha de rope jump em 2020 reviveu a dor ao saber de outro acidente semelhante. Luiz Cardoso, cujo filho Adam morreu aos 25 anos após um erro no cálculo da corda durante um salto em Minas Gerais, clama por justiça: "Espero que desta vez a justiça seja feita".
O caso de Adam
Adam Cardoso faleceu em 2020 devido a um erro humano no dimensionamento da corda de rope jump. O responsável pelo erro nunca foi preso, mas pagou uma indenização de R$ 3 mil mais 44 parcelas de R$ 500. Para Luiz, a sensação de impunidade é constante.
Nova tragédia similar
A morte de Maria Eduarda, em circunstâncias análogas, trouxe novamente à tona a dor de Luiz. Ele ressalta que ambos os casos envolvem falhas humanas e segurança precária. "Não quero que outra família passe pelo que passei", desabafa.
Apelo por justiça
Luiz espera que as autoridades tratem o novo caso com rigor. "No caso do meu filho, o responsável não foi preso. Espero que agora a justiça seja mais severa", afirma. Ele destaca a necessidade de punição exemplar para evitar novas tragédias.
Segurança em atividades radicais
Os acidentes levantam questionamentos sobre a fiscalização de empresas que oferecem esportes radicais. Especialistas apontam que a falta de regulamentação e treinamento adequado são fatores de risco. Luiz defende medidas mais rígidas para garantir a segurança dos participantes.



