O clima de tensão na Avenida Atlântica, no Rio de Janeiro, foi registrado por câmeras de segurança enquanto facções criminosas disputam o controle do tráfico e do comércio ilegal nas praias do Leme e Copacabana. O pacto de não agressão entre o Comando Vermelho (CV) e o Terceiro Comando Puro (TCP) se rompeu, elevando os confrontos violentos e ameaçando comerciantes locais.
Rompimento do pacto e novos confrontos
Segundo informações apuradas, o TCP controla o Leme, enquanto o CV domina Copacabana. A disputa se intensificou após o fim do acordo que mantinha a paz entre as facções. A orla, que atrai frequentadores de alto poder aquisitivo, tornou-se palco de conflitos armados e ameaças a ambulantes e barraqueiros.
Impacto na rotina e no comércio
Comerciantes relatam medo e insegurança. "A gente não sabe se vai poder trabalhar amanhã", disse um vendedor ambulante, sob anonimato. A presença policial foi reforçada, mas a violência persiste. Dados da Secretaria de Segurança Pública indicam aumento de 30% nas ocorrências na região nos últimos meses.
Contexto da disputa territorial
O conflito reflete a luta pelo controle de pontos lucrativos de venda de drogas e produtos ilegais. As praias do Leme e Copacabana são estratégicas por sua alta circulação de turistas e moradores. Especialistas apontam que a ruptura do pacto pode levar a uma escalada da violência em outras áreas da cidade.



