Atendente de necrotério é preso por usar celular de morto para fazer pix
Um atendente de necrotério do Instituto Médico Legal (IML) de Santos foi preso nesta semana sob a acusação de realizar uma transferência via pix utilizando o celular de uma pessoa falecida. O crime foi descoberto após a família da vítima perceber movimentações suspeitas na conta bancária do morto.
Detalhes da prisão
A prisão foi efetuada pela Corregedoria da Polícia Civil, após determinação judicial. O funcionário, que não teve o nome divulgado, tentou destruir o aparelho celular para eliminar provas, mas foi impedido pelos agentes. O caso foi registrado no 3º Distrito Policial de Santos.
Investigação e crimes apurados
A polícia investiga os crimes de peculato, furto, fraude eletrônica e destruição de provas. A Secretaria de Segurança Pública (SSP) acompanha o caso e reforçou medidas para coibir desvios de conduta no serviço público. O atendente foi encaminhado para a carceragem e aguarda audiência de custódia.
Repercussão e medidas
O caso gerou indignação entre familiares da vítima e na comunidade local. A SSP afirmou que abrirá um procedimento administrativo para apurar a conduta do servidor e evitar que situações semelhantes ocorram. O IML de Santos informou que colabora com as investigações.



