Santa Catarina está sob dois avisos meteorológicos do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) válidos de sexta-feira (17) a domingo (19). As regiões Oeste, Serra e Sul devem enfrentar ventos de até 100 km/h e chuvas fortes. O calor também marca o período, com previsão de até 30°C em algumas áreas. Órgãos que acompanham o clima associam a instabilidade ao fenômeno El Niño.
Alertas do Inmet para SC
O primeiro alerta, na cor amarela (perigo potencial), é de vendaval. Segundo o Inmet, há risco de queda de árvores, destelhamento de casas e prejuízos em plantações e edificações. O segundo aviso, na cor laranja (perigo), indica acumulados de chuva de até 50 milímetros por dia. No início da semana, o Inmet já havia confirmado a influência do El Niño no Sul do Brasil e previsto mais chuva para os próximos dias.
Previsão detalhada por dia
Sexta-feira (17): Aviso laranja para vendaval com ventos de até 100 km/h. Aviso amarelo para tempestade: chuva entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, ventos intensos (40-60 km/h) e queda de granizo.
Sábado (18): Aviso laranja para vendaval com ventos de até 100 km/h. Aviso amarelo para tempestade: chuva entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, ventos intensos (40-60 km/h) e queda de granizo.
Domingo (19): Aviso laranja para vendaval com ventos de até 100 km/h. Aviso amarelo para tempestade: chuva entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, ventos intensos (40-60 km/h) e queda de granizo.
El Niño e perspectivas
O El Niño é caracterizado pelo aquecimento maior ou igual a 0,5°C das águas do Oceano Pacífico, provocando efeitos no clima de todo o planeta. No Brasil, o fenômeno tende a reduzir as chuvas nas regiões Norte e Nordeste e aumentar a frequência e o volume das precipitações na Sul. Períodos de chuva mais intensa devem se estender até o fim de julho.
A Defesa Civil estadual também monitora o novo período de instabilidade. Conforme o governo estadual, os modelos meteorológicos indicam que, a partir de terça-feira (21), a chuva tende a ficar mais frequente, dando início a um período chuvoso que pode se estender até o fim de julho. Segundo os meteorologistas, à medida que o sistema se aproxima, será possível definir com mais precisão as áreas e os períodos de maior risco.



