Uma passageira de cruzeiro está denunciando o que chama de uma 'prisão' após ser colocada em quarentena forçada em Nebraska, nos Estados Unidos, devido à exposição ao hantavírus. Angela Perryman, a passageira, afirma que está sendo mantida contra a própria vontade em uma instalação do estado, apesar de ter testado negativo para o vírus e de o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) ter recomendado apenas o isolamento domiciliar.
Decisão do secretário de Saúde gera polêmica
A ordem de quarentena foi assinada pelo secretário de Saúde dos EUA, Robert F. Kennedy Jr., que determinou a permanência de Perryman em uma instalação em Nebraska, ignorando a recomendação do CDC. A passageira critica a falta de equilíbrio nas decisões de saúde pública e alega que a medida é desproporcional ao risco real.
Teste negativo e histórico de exposição
Perryman havia participado de um cruzeiro onde houve um caso suspeito de hantavírus. Embora ela não tenha apresentado sintomas e o teste tenha dado negativo, as autoridades decidiram pela quarentena. 'É uma prisão', disse ela, questionando os critérios utilizados para a decisão.
A situação levanta debates sobre os limites da intervenção governamental em saúde pública e os direitos individuais durante emergências sanitárias. Enquanto isso, Perryman permanece na instalação, aguardando novas avaliações médicas e possíveis recursos legais.



