Cientistas do Butantan estão entre os melhores do mundo
Cientistas do Butantan são destaque global

O Instituto Butantan, referência em pesquisa biomédica no Brasil, teve dois de seus cientistas incluídos em um ranking internacional que lista os melhores pesquisadores do mundo. A seleção, feita pela Stanford University em parceria com a editora Elsevier, considera o impacto das publicações científicas e a produtividade ao longo da carreira.

Pesquisadores reconhecidos

Os cientistas do Butantan que figuram na lista são o Dr. Jorge Kalil, diretor do instituto, e a Dra. Neuza Frazatti-Gallina, coordenadora de desenvolvimento de vacinas. Ambos foram destacados por suas contribuições em imunologia e virologia, especialmente no desenvolvimento de vacinas contra a dengue e a covid-19.

Critérios do ranking

O ranking utiliza dados do Scopus, uma base de dados de resumos e citações, para medir o número de publicações, citações recebidas e o índice h, que reflete a relevância e o impacto dos trabalhos. Apenas 2% dos cientistas mais influentes do mundo são incluídos na lista.

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Contribuições para a saúde pública

Jorge Kalil é conhecido por seus estudos em imunologia e pela liderança no desenvolvimento da vacina contra a dengue, que já foi aplicada em milhões de pessoas. Neuza Frazatti-Gallina coordenou a produção da vacina contra a covid-19 no Butantan, em parceria com o laboratório chinês Sinovac, resultando na vacina CoronaVac, amplamente utilizada no Brasil.

Impacto do reconhecimento

O diretor do Butantan, Jorge Kalil, afirmou: "Este reconhecimento reflete o trabalho de toda a equipe do instituto e mostra que a ciência brasileira é competitiva internacionalmente." A presença no ranking reforça a importância do investimento em pesquisa e desenvolvimento no país.

Outros brasileiros na lista

Além dos cientistas do Butantan, outros pesquisadores brasileiros de instituições como USP, Unicamp e Fiocruz também foram incluídos. No total, o Brasil tem cerca de 300 cientistas no ranking, um número ainda pequeno em comparação com países como Estados Unidos e China, mas que demonstra avanços na produção científica nacional.

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