Sentir-se exausto fisicamente, mas com a mente a mil por hora, é uma experiência comum sob estresse. A culpa, segundo especialistas, é do cérebro da Idade da Pedra, que ainda reage a ameaças modernas com uma resposta de sobrevivência evolutiva.
O papel da amígdala e dos hormônios do estresse
A amígdala, região cerebral responsável por detectar perigos, ativa hormônios do estresse como cortisol e adrenalina. Essa reação, útil para escapar de predadores, torna-se problemática no mundo atual, com demandas constantes e luzes artificiais que mantêm o cérebro em estado de alerta.
Estratégias para melhorar o sono e reduzir a hiperativação
Para combater a exaustão mental, recomenda-se estabelecer rotinas consistentes de sono, evitar telas antes de dormir e praticar técnicas de relaxamento. A terapia cognitivo-comportamental também é eficaz para recondicionar a resposta ao estresse.



